Quinta, 06 de Mai de 2021
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Como adepto e intusiasta do investimento em criptomoedas, e em particular jurista, fui “desafiado” por algumas pessoas a reflectir sobre o tema supracitado, ao qual, para uma maior abrangência, propomos a sua partilha em público, para quem se possa interessar no controverso assunto que, de alguma forma, tem capitalizado as anteções de especialistas e não especialistas na matéria (como eu).

O Presidente do MPLA-PT João Lourenço, o não eleito pelo povo em 2017, em plenária do conselho de ministro, decidiu fazer um discurso do qual se pronunciou a respeito de assuntos de extrema importância acontecidos ao longo do pretérito mês e assuntos esquecidos e arquivados, mas actuais e actuantes nesse momento.

Como diz o célebre ditado: «o trabalho dignifica o homem». O trabalho é um direito consagrado na nossa constituição: o trabalho é um direito e um dever de todos. Todo o trabalhador tem direito à formação profissional, justa remuneração, ao descanso, a férias, a protecção a higiene e a segurança no trabalho, nos termos do nº 1 e 2 do artigo 76.° da CRA”.

Quarta, 03 Março 2021 09:02

Discurso na curva do vazio

Uma vez mais o presidente da república discursou, falou muito e nada de concreto trouxe para  os angolanos. certamente o PR Joãos Lourenço, entrou na curva descendente do inacreditável, ninguém mais acredita no que ele diz, tão pouco se acredita em Angola no que MPLA afirma.

E assim vai permitindo que Angola entre por caminhos de discussão ideológica, a roçar as estratégias da extrema-direita europeia.

É pena João Lourenço ainda não dar conta de que governar um povo, não é o mesmo como se jogar xadrez, jogo da cabra cega, a vermelhinha ou outro jogo da batota qualquer, tendo o povo como adversário.

Na vida nem sempre torna-se possível ocultar as coisas durante muito tempo. Porque, a dinâmica social obriga as coisas virem à superfície. Como acontece com o óleo, mesmo introduzi-lo em baixo do mar, mas ele soube rapidamente para a superfície.

O jornalista e director de informação da Rádio MFM, João de Almeida, traz, neste domingo, no seu facebook, uma boa pergunta sobre o "exagero" da verba exigida a empresas que pretendam fazer sondagens, estudo de opinião e tendências em Angola, uma quantia exacta de AKZ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de kwanzas), cerca de 300 mil dólares americanos, de acordo com uma lei que está por ser aprovada no Parlamento.

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