O Governo angolano vai manter a estratégia de redução gradual dos subsidios aos combustiveis e pretende reforçar os mecanismos de concorrência nos contratos públicos, disse hoje à Lusa o secretário de Estado para as Finanças e Tesouro.
O secretário de Estado para as Finanças e Tesouro de Angola, Ottoniel dos Santos, afirmou à Lusa que o Governo espera um crescimento económico de 5,7% este ano, acima dos 4,4% projetados pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
O FMI alerta que os países africanos devem evitar subsídios generalizados e priorizar apoio social direto aos mais vulneráveis, em contexto de dificuldades orçamentais.
A inflação manteve em setembro uma trajetória descendente em Angola, fixando-se em 8,43%, com uma ligeira desaceleração de 0,36% em relação ao mês anterior, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Economia angolana deverá registar uma das maiores acelerações da região, beneficiando da subida do preço do petróleo. Inflação deverá cair para 10,3%, mas a instituição alerta para riscos.
Angola está a avançar para uma nova fase de internacionalização do mercado financeiro, com a abertura gradual do mercado local de títulos da Dívida Pública aos investidores não residentes, numa estratégia que pretende aumentar a liquidez, diversificar a base de investidores e aprofundar o mercado secundário de títulos emitidos em moeda nacional.
O Grupo Carrinho aguarda o aval do Banco Nacional de Angola (BNA) para avançar com a aquisição da participação de 33,35% que o BPI detém no Banco de Fomento Angola (BFA), numa operação avaliada em até cerca de 432 milhões de euros.