Numa entrevista transmitida a partir de Portugal, o jornalista angolano José Gama traçou um retrato crítico da realidade política e social de Angola, destacando fragilidades estruturais do sistema, o peso dominante do MPLA e os desafios enfrentados pela oposição, nomeadamente a UNITA e a FNLA.
O Parlamento angolano encontra-se a preparar um conjunto de diplomas legais com vista ao reforço da transparência e credibilidade do processo eleitoral, numa altura em que o país se prepara para a realização de novas eleições gerais. A iniciativa surge como resposta à necessidade de aumentar a confiança dos cidadãos nas instituições e garantir mecanismos mais eficazes de fiscalização e participação democrática.
O Partido Liberal (PL) denunciou publicamente um alegado caso de perseguição política na província de Malange, envolvendo um jovem professor que, segundo a organização, estará a ser alvo de represálias por ter decidido aderir à sua estrutura partidária.
Os projectos de criação dos canais de rádio e televisão da Assembleia Nacional continuam sem uma data concreta para o seu arranque, apesar das garantias avançadas em 2024 pelo secretário-geral do Parlamento de que a sua implementação ocorreria ao longo de 2025.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, exigiu hoje responsabilização civil e criminal dos gestores de projetos que podiam evitar danos das chuvas, que provocaram 29 mortos, segundo dados divulgados, até segunda-feira, pelos bombeiros.
O general na reforma Paulo Lukamba “Gato” manifestou críticas severas à recente abordagem da Televisão Pública de Angola (TPA) sobre a morte de Jonas Savimbi, considerando que o tratamento televisivo assumiu um carácter sensacionalista e colide com o espírito de reconciliação nacional que o país procura consolidar.
A realização de manifestações públicas em Angola continua a suscitar debate quanto ao exercício efectivo dos direitos e liberdades fundamentais consagrados na Constituição.