O nacionalista Ngola Kabango e antigo presidente deste partido histórico diz que existe uma "agenda negra" para a extinção da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) no panorama político angolano.
A Sonangol quer manter as participações que detém em Portugal, na petrolífera Galp e no banco BCP, por considerar que são ativos estratégicos que contribuem para a diversificação do seu portefólio e mitigação de riscos económicos.
O presidente do PRA JÁ - Servir Angola disse no Kuanza Norte que se ganhar as eleições em 2027, os governadores provinciais deixam imediatamente de ser nomeados pelo poder central de Luanda e passam a ser eleitos localmente pelas populações que vão servir.