O Presidente angolano autorizou uma despesa de 26,7 mil milhões de kwanzas, cerca de 25,1 milhões de euros, para aquisição de medicamentos e outros meios destinados ao Programa do VIH-SIDA e das Hepatites Virais.
A ministra da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Teresa Rodrigues Dias, confirmou esta terça-feira, em Luanda, que o Executivo angolanao está a trabalhar na criação de um salário comum na Administração Pública com equidade, equilíbrio e sem contrariedades ou injustiças.
O nacionalista Ngola Kabangu acusou, segunda-feira, em Mbanza Kongo, capital da província do Zaire, o actual presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Nimi a Simbi, de infringir os estatutos internos, as normas e princípios que regem aquela formação política.
O Presidente da República, João Lourenço, exonerou, esta segunda-feira, o presidente do Conselho de Administração da Radiodifusão Nacional de Angola (RNA), Pedro Bernardo Neto, e substituiu-o por António Sebastião Lino.
À DW, o diretor executivo da Friends of Angola denuncia repressão ao protesto pacífico, fala em detenções por motivos políticos em todo o país e alerta para o agravamento dos abusos num contexto pré-eleitoral.
O presidente da Associação dos Sucateiros Unidos de Angola (ASUA) admitiu hoje a necessidade de interditar a atividade devido ao vandalismo e propõe cadastrar os operadores e designar agentes de fiscalização para apurar a origem dos materials.
O ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República angolano inaugurou hoje a primeira linha de montagem e manutenção de navios de guerra, defendendo a necessidade de Angola criar capacidade de defesa perante novos desafios globais.
Os arguidos do conhecido do "caso AGT", um dos maiores processos-crime de natureza económico-financeira registados no País nos últimos anos, em que funcionários da Administração Geral Tributária (AGT), acusados de desviar mais de 100 mil milhões de kwanzas dos cofres do Estado, vão a julgamento esta quinta-feira,15, no Tribunal da Comarca de Viana, apurou o Novo Jornal.
A consultora britanica Oxford Economics considera que Angola e Moçambique estão entre os quatro países africanos em risco de incumprimento financeiro devido ao peso da divida, e Moçambique deverá sofrer também uma desvalorização do metical este ano.
O consórcio que vai gerir a linha do corredor do Lobito, em Angola, garantiu um financiamento de 753 milhões de dólares, num acordo que teve como consultores financeiros a portuguesa Eaglestone e a Corporação Financeira Africana.