Segunda, 26 de Outubro de 2020
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Segunda, 26 Outubro 2020 20:54

Sindicato repudia detenção de jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas Angolanos (SJA) repudiou, nesta segunda-feira, a detenção, pela Polícia Nacional, dos jornalistas que reportavam, sábado último, uma manifestação contra as políticas do Governo.

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A construtora espanhola Sacyr anunciou que vendeu ao grupo angolano Griner as três filiais que operam em Angola, Moçambique e Cabo Verde, por 33 milhões de euros, excluindo a dívida.

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A consultora Fitch Solutions considerou hoje que o Governo de Angola vai continuar a agenda reformista nos próximos trimestres, mas alerta que as acusações de corrupção colocam riscos elevados para a estabilidade social.

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A chegada de brigadas caninas e polícia de intervenção rápida para controlar as dezenas de jovens que se concentram desde manhã junto ao tribunal provincial de Luanda gerou revolta e exaltou os ânimos, registando-se arremesso de objetos.

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O Presidente da República, João Lourenço, nomeou esta segunda-feira Adjany Costa para sua consultora e entregou uma pasta da Cultura, Turismo e Ambiente a Jomo Fortunato.

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Juristas angolanos concordaram hoje que o decreto do estado de calamidade pública não se sobrepõe à Constituição, pelo que não pode restringir direitos e garantias fundamentais dos cidadãos, como as manifestações.

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Os seis profissionais, detidos no sábado quando cobriam uma manifestação em Luanda, não vão ser presentes a julgamento sumário como a outra centena de pessoas levadas pela polícia. Ex-líder da UNITA reuniu-se com o Presidente João Lourenço para ouvir explicações.

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O julgamento sumário de mais de 100 activistas cívicos e jornalistas, ainda não aconteceu porque o Tribunal e os advogados de defesa supostamente não sabem por quais crimes os mesmos são acusados.

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Um advogado que representa os manifestantes que saíram às ruas de Luanda no sábado, hoje presentes a julgamento, afirmou que mais de cem pessoas estão detidas sem acusação e que alguns apresentavam sinais de agressões, num "cenário que demonstra tortura".

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A organização não-governamental (ONG) angolana OMUNGA condenou hoje a atuação da polícia na manifestação de sábado passado, alertando o executivo para o “recrudescimento da cultura de violência", que "o Presidente da República prometeu combater e inverter”.

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