Quinta, 01 de Janeiro de 2026
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Nos últimos tempos, Angola tem sido palco de acontecimentos inquietantes que revelam uma perigosa erosão da confiança dos cidadãos nas instituições de justiça. Multiplicam-se relatos de crimes cujos autores são indivíduos que, paradoxalmente, deveriam garantir a protecção da população, agentes ligados aos órgãos judiciais, ao Ministério do Interior e ao Ministério da Defesa.

Quarta, 31 Dezembro 2025 15:23

A vergonha que devora o país

Um país não se destroi apenas com guerras. Destroi-se quando a lei se vende, quando a autoridade se prostitui, e quando a impunidade se transforma em rotina.

Domingo, 28 Dezembro 2025 21:18

Meu nome, meu partido e minha(s) luta(s)

O que deixo aqui escrito, hoje, e mais dirigido à juventude angolana, interessada em aprofundar-se sobre alguns factos do passado, vem a propósito dos interessantes e desconcertantes comentários feitos a uma foto em que me encontro ao lado do jovem e popular político da UNITA, deputado Nelito Ekuikui.

Nota prévia: Estávamos no rescaldo das eleições realizadas a 23 de Agosto de 2017, e dois dias antes da posse do terceiro Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, a 26 de Setembro, produzi e partilhei uma edição do Kesongo em PDF, com a minha reflexão sobre o percurso feito por Angola na gestão do Presidente José Eduardo dos Santos, até essa transferência do poder tão ansiada.

O Orçamento Geral do Estado investe grandes recursos no Executivo, que propõe as leis; no Parlamento, que as discute e aprova; e no Judiciário, que fiscaliza e garante o seu cumprimento.

Pessoas colectivas nacionais ligadas ao regime, também criaram empresas “estrangeiras”, como se de investidores estrangeiros se tratasse, assim como parte do dinheiro conseguido pelas empresas alavancadas pelo Estado, serviu para abrirem sucursais no exterior.

Fernando Dias dos Santos, conhecido como "Nandó", foi uma figura proeminente no governo angolano e, especificamente, no Ministério do Interior durante os eventos do Massacre do Dia das Bruxas (ou "Massacre de Outubro") que ocorreu entre 30 de outubro e 1 de novembro de 1992 em Luanda.

Acompanho com particular atenção a polémica gerada em torno da iniciativa de cidadãos brasileiros que decidiram desenvolver acções de carácter filantrópico-humanitário na província do Bengo.

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