Domingo, 01 de Março de 2026
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Domingo, 01 Março 2026 08:22

Nova sede do MPLA cheira a partido único com sabor a fraude eleitoral!

Está claro e transparente, que a administração de João Lourenço, está circundada de uma opacidade congénita aveludada. Aliás, a praticidade governativa tem vindo a apequenar o país no seu todo, tornando-o numa república das bananas quase pária.

O presidente do MPLA e também da república constituiu-se voluntariamente no verdugo dos angolanos. 

Na sua imperiosa vaidade, fica percetível entender que o presidente está apaixonado consigo mesmo. Além disso, ele está igualmente embriagado pelo teor inebriante da sua estampa narcisista, extraído da sua deselegante vaidade.

Ele, o presidente, afundou o país, anulou o direito de os angolanos exercitar a sua cidadania livremente, enfim, o tirano jogou a nossa angolanidade no profundo mar da obscura ignorância.

Angola não pôde ir a votos, tendo no comando das eleições a indigna (ORCRIM), Organização criminosa centrada na CNE, comissão nacional eleitoral, gestoras das eleições. Seria um crime aceitar que a sociedade civil inteligente concorde sem lutar afincadamente, para que a verdade eleitoral venha ao de cima.

Será um desastre, caso a oposição aceite ir a votos contra o partido que sequestrou o país e todas as instituições há mais 50 anos.

Alem disso, existem outros perigos além da oposição participar nas eleições, tendo o partido da situação todos os poderes inaceitáveis investidos na pessoa do presidente da ditadura.

Outro senão, e extremamente perigoso, seria ir para as eleições com a tonalidade do pais geográfico nas mãos do chefe da ditadura.

Falar hoje das mentiras patrocinadas pelo presidente João Lourenço, seria uma enorme perda de tempo. Apesar da veemência da verdade, prefiro não buscar pretéritas avaliações gramaticais e evitar aparatosas acusações dolosas.

Porém,  Não serei esquivo em afirmar que o presidente João Lourenço,  nunca foi eleito pelo voto direto dos cidadãos, até esse elementar direito foi roubado ao soberano povo.

O MPLA pôde até reivindicar, que seu presidente não seja tratado como mentiroso,  ok, até aí tudo bem!

É preferível evitar questiúnculas desnecessárias.

Até porque o homem está fraco, perdido e em fim de mandato, isso pôde torná-lo ferozmente perigoso.

Porem, em abono da verdade, o presidente do MPLA tem a mania de contar verdades que nunca chegaram a acontecer!

 Trata-se aqui de colocar com elegância, um delicado trocadilho, para amenizar o discurso linguístico perverso do presidente do MPLA e também da república.

Todo angolano está cansado de saber que o presidente João Lourenço é um disseminador de fakenews, e também lhe é reconhecido o destempero de realizar ataques insultuosos aos jovens e adultos dessa nossa vasta terra.

Por outro lado, o tipo de governação imposto pelo regime do MPLA é surrealista.

É importante chamar a atenção do pe alertá-lo do perigo que colocou o país, não é permissível, tão pouco é aceitável acolher no país, o estelionato governativo, ou seja, não é saudável viver com um governo que faz da burla e roubo eleitoral política de estado.

É inaceitável conviver eternamente com tais práticas.

O pais precisa encontrar outros mecanismos que nos leve a outros rumos, e assim conter o intolerante nível de total absolutismo predatório do Presidente João Lourenço, que pensa grande apenas para os do seu MPLA e pequeno para o restante dos angolanos dos demais estratos sociais.

Angola nasceu no epicentro do seu nariz, nem desagua na sua barriga de ginguba.

Angola precisa de implantar com extrema urgência as eleições autárquicas, o pais carece de reformas políticas e econômicas estruturantes, não é mais possível nem aceitável viver nesse inviável lamaçal de incertezas.

Para João Lourenço, os angolanos são todos matumbos, que aceitam e engolem as suas idiotices sem reclamar. Debalde, ele, e os seus apaniguados sentem-se os chefões da máfia dos Chicos espertos da vez! Esquecem eles que o povo há muito despertou, os jovens estão atentos as movimentações da máfia do MPLA.

Hoje, verifica-se, que uma grande fatia dos jovens está inteiramente ligada a luta pela alteração da correlação de forças inseridas no corredor do poder instalado. A outra parte dos jovens angolanos estão decididos em afastar o MPLA do poder, sobretudo nota-se um certo afã fortemente motivado em alterar o conceito das políticas públicas de exclusão social em investimentos públicos de inclusão que ajudem a operar rápidas alterações paradigmáticas.

Por outro lado, constata-se uma indelével fragmentação nos seus posicionamentos.

Refiro-me principalmente aos partidos recém-nascidos, esses partidos têm o direito constitucional de existir, porém, é importante, que isso mesmos comecem a entender o xadrez político doméstico, e tenham sobretudo lucidez política analítica e entendam, que precisam de se munir de conhecimento estratégico,  ganhar experiência necessária, que certamente não possuem ainda.

Nesse quesito, o exercício da humildade se faz necessário e importante, para nivelar o seu crescimento que lhes proporcionem obter caracteriscas identitárias com sabor a verdade.

 Os dirigentes desses partidos terão que agregar no seu espólio um carácter regrado e serem ideologicamente honestos. Só desse modo serão respeitados como líderes fortes com vocação para se juntarem aos que a muito lutam pela tão sonhada alternância do poder político.

João Lourenço, em breve terá que esclarecer publicamente, quantos milhões de euros foram roubados ao erário e gastos com a construção faraônica da nova sede do seu partido o enigmático MPLA.

De igual modo terá que esclarecer a razão de o MPLA ter uma holding cercada de negócios abjeto com um grande patrimônio roubados ao erário.

É de notar que o MPLA é o único partido político no mundo diro democrático, que é igualmente uma feira de negócios.

O partido MPLA é proprietário uma holding,  constituída com logística, bens físicos e capital financeiro público. Aqui fica demonstrado com clareza jurídica, que o estado angolano está sequestrado pelo próprio MPLA, que se efetiva como partido estado.

Os estudiosos sérios que, colocam angola em primeiro lugar sabem bem, que o problema angolano não reside necessariamente nas anomalias subsidiadas pela constituição.

Existem de facto outras anomalias que ajudam a compreender que o problema angolano é muito maior e não se esgotam unicamente nos poderes que a constituição concentra no presidente da república.

Ora, senão vejamos, que razões existem para levar o ditador angolano em procurar refúgio seguro para si e sua família, nas hostes do MPLA, após a sua saída do poder! Aprofundando um pouco mais, percebe-se, que os motivos que outrora levaram João Lourenço ao lugar cativo de presidente do MPLA, deixaram de ter relevância efetiva.

A bicefalia negada em 2018 pelo atual presidente, hoje torna-se imperiosa, senão mesmo imprescindível a sua efetivação para mantê-lo no poder, pelo menos no MPLA!

Isso monstra que, existe da parte do ditador uma necessidade premente de travar a evolução estável do estado de direito democrático, sustentado por instituições democráticas de pendor republicano.

A fotografia demonstra um claro retorno ao sistema retrógrado de partido único á moda chinesa.

Por Raúl Diniz

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