Sexta, 26 de Fevereiro de 2021
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Domingo, 07 Fevereiro 2021 18:04

Angola, a bala do Estado como legítima defesa

No Cafunfo, uma manifestação que pedia melhoria das condições de vida da população, acabou com um número indeterminados de mortos a tiro pela polícia.

Enganados, baralhados e até mesmo confusos, saibam porquê? Porque nós consideramos que a sua má governação do país está relacionada com a sua falta de competência, e é aqui onde nós mesmos nos confundimos e nos baralhamos.

Sexta, 05 Fevereiro 2021 00:33

Angola e a violação dos Direitos Humanos

As acções das forças militares e policiais nos assassinatos dos civis de Cafunfo (Lunda Norte) no passado dia 30 de Janeiro, não é simplesmente sinônimo de barbaridade e desrespeito total dos Direitos Humanos, é também sinônimo de que o País está indo numa direcção de Anarquia sem precedentes, pisando e violando todos os princípios, leis, tratados, convenções e normas do Direito Internacional, sendo assim o governo está se tornando num autor altamente criminoso, por não respeitar a Carta Universal dos Direitos Humanos.

O país despertou na madrugada de sábado com uma triste notícia. Na vila mineira do Cafunfo, província da Lunda - Norte, uma rebelião armada protagonizada por cerca de 300 elementos, alegadamente afectos ao movimento Protectorado Lunda Chokwe, atacaram uma esquadra policial munidos de armas de fogo tipo AKM, caçadeiras, ferros, paus e pequenos engenhos explosivos artesanais, onde tentaram colocar a bandeira do movimento.

Se em fração de segundos se elimina uns tantos: O assunto fica resolvido e não passa nada, mesmo se admitindo haver vala comum e os números de mortos anunciados não corresponder com a verdade?

Como suposto, verdadeiro comandante em chefe das Forças Armadas Angolanas FAA, o aprendiz ditador Angolano, João Manuel Gonçalves Lourenço, (JLO) nunca deveria haver ignorado, ou simplesmente passado de lado, da morte do general, Demosthenes Amós Chilingutila, falecido recentemente na Cidade do Huambo, por doença, ali em Angola.

A homenagem prestada pelas elites políticas e militares angolanas a um dos maiores expoentes do terrorismo de Estado em Angola, falecido recentemente, é um acto chocante, deplorável e sórdido.

A diplomacia angolana sempre esteve de rastos, sempre esteve de patas pro o ar, num clima de insucesso total, sobrefacturações, farras, funcionários impreparados diplomaticamente, tráficos de influência.

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