Quinta, 19 de Mai de 2022
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"Ocalar das armas foi conseguido a duras penas, numa altura em que novas guerras já se perfilam no horizonte imediato do país, sendo a crescente criminalidade urbana um dos sintomas mais preocupantes da explosão social latente (...)".

O CONCLAV vai representar mais uma vez, a as sumpção do compromisso Democrático que a UNITA firmou desde o seu congresso constitutivo de 1966 na localidade de MUANGAI, Província do Móxico. A JURA sendo viveiro do Partido não tem sido excepção á essas regras.

O presidente José Eduardo dos Santos tem sido surdo e mudo no que toca à resolução dos problemas cadentes que enferma a República de Angola, incluindo o mal da Criminalidade que devasta neste momento a capital Luanda.

É com imensa tristeza e desilusão que Expresso o meu espirito de revolta patriótica por diversos acontecimentos que tem lesado as boas normas e costumes característicos a sociedade Angolana.

Luanda - Não será muito, pedir aos que estão a acorrentar Angola na imoralidade, na safadeza, no exibicionismo, no álcool e na deturpação da nossa cultura, que nos devolvam a nossa Angola, mesmo do jeito que está!

Da dedicação e desempenho na concepção das ideias da manifestação, legalização e frontalidade para com as autoridades na comunicação oficial e divulgação, ao sacrifício no cumprimento corajoso da promessa ao povo da realização do protesto “Chega de chacinas em Angola” aos 27 de Maio de 2014, foi de certeza um percurso desafiador e heróico, que mereceu a ironia de sermos desumanamente capturados diante da estátua de António Agostinho Neto no Largo da Independência em Luanda, para sermos atirados à escassos metros do Centro Cultural António Agostinho Neto em Catete, na Província do Bengo.

Tudo indica que o presidente de Angola, Sr José Eduardo dos Santos, nunca esteve interessado na criação da grande comissão de verdade e de reconciliação nacional em Angola, que contemplasse o perdão mútuo entre todos os filhos e filhas da terra Angolanos desavindos.

Está no seu direito. Mas para satisfazer as suas tendências tem de saber que há limites. O Presidente Agostinho Neto conduziu os angolanos num processo revolucionário que terminou com a Independência Nacional. A luta foi difícil, os obstáculos a transpor, inumeráveis. Os perigos eram muitos, a missão exigia mais sacrifícios do que permitia a força humana.

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