O Movimento CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) pela Cidadania, organização da sociedade civil em Lisboa, Portugal, manifesta-se energicamente, em comunicado datado de 29/08, contra o que entende ser a lógica da articulação do mercado "puro e duro" imposta por um mercado capitalista neo-liberal visando a destruição do património material e imaterial comum da comunidade e da humanidade.
Transcorridos uma imensidão de anos após a publicação do artigo escrito e publicado pelo jornalista e ativista politico Morais, o regime, autor confesso do descalabro politico, econômico e social do país humano continua igual a si mesmo.
Há muita confusão na imprensa portuguesa sobre o BESA, alguma por ignorância, outra por má fé. Com tantos milhões em jogo e potencial para devaneios nacionalistas convém pôr água na fervura.
A autêntica fuga de cérebros pensantes para os Estados Unidos da América e outros países Ocidentais, cérebros pensantes estes que têm vazado dos países do terceiro mundo, como Angola, por causa da eterna tirania existente em tais países e, que tem sido responsável pelo envio de verdadeiros homens com massa cinzenta aos cemitérios.
O Governo Angolano vem sucessivamente adiando a sua integração na Zona de Comércio Livre da Southern African Development Community (SADC), ou seja, Comunidade dos Países da África Austral, vários têm sido os motivos apontados, um dos principais, é o facto do sector Industrial e Empresarial Angolano não se encontrar solidificado, e a produção nacional encontrar –se num franco desenvolvimento, pelo que, uma abertura de imediato do seu mercado, comprometeria todo um projecto desenvolvido e colocaria em risco o tecido empresarial nacional.
Eu posso entender ou compreender – ou talvez não, ou com dificuldade, – que Sua Excelência o senhor Presidente da República, engº José Eduardo dos Santos, não se desloque ao estrangeiro em visitas oficiais e as delegue ao Senhor Vice-Presidente, engº Manuel Vicente, ou ao senhor Ministro das Relações Exteriores, Dr. George Chikoty, o Senhor MIREX.
Por mais de 3 anos, tornou-se habiatual para a ditadura de José Eduardo dos Santos (JES) transformar Luanda ou o país em “estado de sítio”, metendo em prevenção todas as forças de tranquilidade, ordem pública e segurança nacional, sempre que é convocada uma simples reunião ou manifestação por parte de jovens ou qualquer indivíduo apartidário ou colectivo partidário e críticos ao regime do MPLA.
José E. dos Santos, o meu MPLA de hoje, e o regime exclusivista estão de malas feitas para sua última viagem. Esperamos que em breve não reste nada que nos faça lembrar o rastilho de desgraças que deixam por todo lado onde impera a lei marcial ditatorial do regime obsoleto eivado de enfermidades precedidas de náuseas claustrofóbicas mortais.