O chefe das Forças Armadas do Quênia, Francis Ogolla, morreu em uma queda de helicóptero no condado de Elgeyo Marakwet, cerca de 400 quilômetros a noroeste da capital, Nairóbi, do país africano. Outros nove oficiais também morreram e dois ficaram feridos no acidente, segundo informações do próprio presidente, William Ruto, que anunciou a notícia na TV estatal do Quênia.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição angolana, fez hoje um balanço “altamente positivo” das jornadas parlamentares realizadas em todo o país, apesar da “tentativa de homicídio frustrado”.
A Procuradoria-Geral da República informou, esta quinta-feira, em Luanda, a conclusão da instauração dos três processos-crime contra a empresária angolana Isabel dos Santos, aguardando a resposta da Carta Rogatória enviada ao Dubai.
As centrais sindicais angolanas anunciaram hoje, em Luanda, que os trabalhadores vão voltar a paralisar, entre 22 e 30 de abril, face à falta de resposta do Governo às exigências apresentadas, essencialmente a atualização salarial.
O general angolano Higino Carneiro disse hoje que “nunca pensou” em candidatar-se à liderança do MPLA, partido no poder em Angola, observando que os militantes têm o direito de alterar os estatutos do partido de forma colegial.
O preço dos combustíveis em Angola “certamente irá aumentar”, afirmou a ministra das Finanças de Angola, Vera Daves, em entrevista à Lusa, embora sem certeza sobre o momento em que haverá mais retirada de subvenções.
Fui desafiado a produzir um artigo com este tema e julgo ser possível comparando e relacionando a doutrina de seguro sobre o produto funerário à filosofia antropológica bantu.
Falta de condições sociais e de estabilidade económica e política em Angola é apontada como o principal motivo para a saída de jovens para a Europa, com destaque para Portugal.
O Ministério das Relações Exteriores de Angola negou hoje que estejam a ser realizados contactos com o Governo britânico no sentido de acolher imigrantes ilegais.
Lideranças aproveitaram a visita de Estado de João Lourenço para analisar as relações entre os dois partidos. Fontes diplomáticas asseguram que Xi Jinping usou a reunião partidária para confrontar João Lourenço “com dureza”.