O político e empresário Bento Kangamba entende ser tempo de cessar as hostilidades entre irmãos e lutar para o desenvolvi- mento do país, independente do partido de que se é membro.
Líderes juvenis de partidos políticos e da sociedade civil angolana acusaram hoje o Governo de criar "leis securitárias" para "controlar e intimidar" cidadãos contestatários, nomeadamente leis contra o vandalismo e sobre a disseminação de informações falsas na internet.
O Presidente togolês, Faure Gnassingbé, foi hoje recebido em Luanda pelo homólogo angolano, João Lourenço, para tomar contacto com o dossiê sobre o conflito no leste da República Democrática do Congo (RDCongo), avançou o chefe da diplomacia angolana.
O Ministério da Agricultura e Florestas, através do Instituto dos Serviços de Veterinária, já efectivou a medida de proibição de importação de certos produtos bovinos e de aves, apesar de ser duramente contestada, inclusive pelo Ministério da Indústria e Comércio, segundo apurou o Valor Económico.
O Governo angolano quer criminalizar a disseminação de informações falsas na Internet com penas que podem ir até dez anos de prisão, uma medida que para o jornalista e activista Rafael Marques é mais uma ofensiva contra a liberdade de expressão.
Em resposta ao cessar-fogo unilateral da FLEC-FAC em Cabinda, Luanda acusa o maior partido na oposição, a UNITA, de estar em “negociatas” com o movimento independentista, num contexto de deserções de supostos altos oficiais militares do referido grupo.
A UNITA deu entrada de uma providência cautelar no Tribunal Constitucional (TC), para impedir a tomada de posse do novo presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), Manuel Pereira da Silva "Manico", e de outros membros indicados pelo MPLA, PRS, FNLA e PHA, no dia 21 deste mês.
A candidatura de Abel Chivukuvuku para presidente do partido PRA-JA Servir Angola, a única conhecida até agora, foi hoje entregue à subcomissão de mandatos com vista ao congresso constitutivo que se realiza entre 19 e 22 de maio.
O Governo angolano quer que grupos linguísticos minoritários utilizem a sua língua "sem discriminação" e que os órgãos da administração central, local e autónoma utilizem as línguas angolanas de origem africana, acompanhadas com a tradução em língua oficial.
O Executivo angolano protestou veementemente esta terça-feira, em Luanda, contra uma notícia difundida pela Rádio Televisão Portuguesa (RTP) sobre o estabelecimento de um suposto cessar-fogo na província de Cabinda.