Terça, 20 de Abril de 2021
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Desde sua da Independência, dos colonialistas Portugueses, a República de Angola, tem sido teimosamente, governada, por um único partido político, o Movimento Popular de Libertação de Angola, (MPLA) de cuja (des)governação.

Com propósitos de acompanhar de perto as movimentações das secretas e os passos de João Lourenço no Dubai, desloquei-me aquele paraíso fiscal, sito nos Emirados Árabes Unidos.

Há razões de monta para que Portugal se prepare para uma crise sem precedentes do ponto de vista reputacional: isto porque já se percebeu, igualmente, que Isabel dos Santos tem uma estratégia bem definida, racional, pensada com tempo, que ultrapassa largamente as fronteiras de Portugal, que o mesmo é dizer, a empresária angolana irá replicar a seu favor o método que havia sido usado para a prejudicar económica e socialmente.

O MIREX há anos vem dizendo que inserirá cidadãos angolanos nas demais organizações internacionais, sai ano entra anos e nada acontece, no fim das contas fica claro que tudo não passa de falsidade, engano, falta de inteligência e de projectos concretos por parte daqueles que dirigem a dinâmica da nossa política externa.

Toda a gente sabe que com este almoço, João Lourenço queria mostrar aos angolanos que Adalberto Costa Júnior não tinha o apoio de figuras históricas da UNITA e, por isso era alguém na iminência de ser descartado.

O Adalberto está na moda e o “da Costa Júnior” também, face ao seu carácter reconciliador e de coerência, que metem medo ao seu principal adversário. Quem o ouve, quem o lê, sente estar diante de um homem equilibrado e só mesmo um grande sacana, safado, mal educado e invejoso pode odiar um homem com a grandeza da sua estrutura ética e moral, moldada muito antes de se ter tornado presidente da UNITA ou militante deste partido

A violência, traduzida em ataques pessoais, as fofocas e a confusão, representam, as ferramentas dos fracos, ou dos sem argumentos, para a defesa, inocente das suas, causas, sempre e quando, se acham encurralados, ou encostados a parede, como parece, certamente ser o caso, do actual presidente, de Angola,

Fica cada vez mais clara a inabilidade do presidente João Lourenço, governar o país. O PR age como se todos dependêssemos da sua vontade. É importante que o senhor presidente entenda, que existem mais de 30 milhões de angolanos, e nem a terça parte se revê no presidente da república, uma outra parte sequer conhece o presidente da república.

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