O Ministério dos Transportes deu hoje conta, através de um comunicado, de um encontro entre Ricardo Viegas d’Abreu e representantes do SPNC, na sequência de um protesto destes trabalhadores que teve lugar no fim de semana no Aeroporto 4 de fevereiro, em Luanda, e foi amplamente divulgado nas redes sociais.
O comandante da Unidade de Guarda Presidencial (UGP), ligado a batalhão de transporte rodoviário, da Casa de Segurança da Presidência da República, coronel Manuel Correia, contou esta sexta-feira, 02, em tribunal, durante o interrogatório no julgamento do conhecido "caso Lussaty", que os batalhões ditos "fantasma" eram dos generais Eusébio de Brito Teixeira e António Mateus Júnior de Carvalho "Dylangue", sob conhecimento do geral Manuel Hélder Vieira Dias Júnior "Kopelipa", e que estes generais recebiam o dinheiro em malas.
No passado dia 25 de Agosto, Hamilton Cruz, jornalista angolano, tornou público, através do seu oficial Facebook, segundo constatou Angola24horas que, por vontade própria e de incompatibilidade, decidiu abandonar o projecto editorial Televisão Pública de Angola - TPA Notícias, estação onde trabalhou desde o dia 18 de Julho de 2022.
Um dos 49 arguidos angolanos do caso Lussati relevou em tribunal que a Unidade da Guarda Presidencial (UGP) financiou as campanhas eleitorais do MPLA de 2008, 2012 e 2017 e que o órgão terá subornado igualmente militantes da UNITA.
Os mercados e feiras angolanas mantém-se hoje em funcionamento, ao contrário do que é habitual, sendo o dia de encerramento adiado para quarta-feira, dia 24, data em que se realizam eleições gerais.
O bastonário da Ordem dos Advogados de Angola, desmentiu, este final de semana, em conferência de imprensa, as informações postas a circular pela TV Zimbo que davam conta que os advogados do "caso Lussati" tinham deixado os seus clientes à sua sorte na última sessão de julgamento.
O julgamento do conhecido "caso Lussaty" entrou esta quinta-feira, 18, na fase de interrogatório aos arguidos. O major Pedro Lussaty, principal figura no processo, começou a ser ouvido pelo tribunal e admitiu ser proprietário de uma fortuna de mais de 60 milhões de dólares, valor que, afirma, estava guardado no seu apartamento, "invadido ilegalmente". E acusa a Procuradoria-Geral da República (PGR) de apenas apresentar como valor apreendido 17 dos 60 milhões de dólares.