O membro do Conselho de Honra do Presidente do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross” aconselha João Lourenço a não concorrer a um terceiro mandato.
Consulado-geral de Portugal em Luanda adverte ainda os cidadãos que, caso recorram a uma agência de viagens devidamente certificada e credenciada, devem assegurar-se que o agendamento é fidedigno.
O Produto Interno Bruto (PIB) de Angola fixou-se em 0,3% nos primeiros três meses de 2023, em termos homólogos, e recuou 1,1% face ao trimestre anterior, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE) angolano.
A crise económica, que estamos a viver, deixa à mostra a ineficácia dos discursos da diversificação da economia e a excessiva demora na alteração da nossa mentalidade imediatista, que privilegia a importação em detrimento da produção nacional.
Deputados angolanos aprovaram hoje, na especialidade e por unanimidade, o preâmbulo e primeiro artigo do projeto de lei sobre Liberdade de Reunião e de Manifestação, iniciativa da UNITA (oposição), que propõe o "fim da autorização" deste exercício.
O ativista acusa João Lourenço de ser “cúmplice” da repressão policial nos protestos desde que chegou ao Palácio Presidencial e classifica como “constrangedora” a forma como “Portugal dobra a espinha” relativamente a Angola.
Os Estados Unidos trabalham, há muito tempo, para fortalecer as democracias e promover o respeito aos direitos humanos em todo o mundo. Para o efeito, o embaixador Tulinabo Mushingi retomou reuniões com partidos políticos com representação na Assembleia Nacional.
O Presidente da República, João Lourenço, concedeu posse hoje, segunda-feira, ao novo titular da Inspecção-Geral da Administração do Estado (IGAE), Ângelo de Barros Veiga Tavares, a quem pediu que mantenha a visibilidade granjeada pela instituição nos últimos anos.
A pena do major angolano Pedro Lussati, condenado por peculato em 2022, foi reduzida dois anos, deixando insatisfeito o advogado que reforçou o apelo para a libertação do militar e vai recorrer para o Tribunal Supremo.
O Banco Mundial vai conceder um financiamento para políticas de desenvolvimento e diversificação económico em Angola, no valor de 500 milhões de dólares (458 milhões de euros), para ajudar a minimizar os impactos sociais das reformas.