Analistas angolanos pediram hoje “comprometimento e cedências” nas negociações entre a República Democrática do Congo e os rebeldes do M23, previstas para terça-feira em Luanda, por constituírem uma “janela de oportunidade” para a paz naquele país.
Na recém-criada província do Icolo e Bengo, o governador provincial Auzílio Jacob, diz ter detectado que algumas figuras bem posicionadas na Procuradoria-Geral da República (PGR) e no Serviço de Investigação Criminal (SIC) usam a imagem das suas instituições para invasão de terras alheias, manchando a imagem do Estado, apurou o Novo Jornal. A PGR e o SIC dizem estar a investigar as denúncias do governante.
Ex-líder rebelde e antigo prisoneiro do Tribunal Penal Internacional, Jean-Pierre Bemba vai ser o chefe da delegação do governo congolês nas negociações de paz com o grupo rebelde do Movimento 23 de Março (M23), que deverão arrancar na próxima terça-feira em Angola.
Após meses de resistência, a República Democrática do Congo confirmou nesta semana que participará pela primeira vez de negociações diretas com os rebeldes do M23. O encontro histórico, mediado por Angola, está agendado para o dia 18 de março e visa pôr fim ao conflito que já deixou milhares de mortos no país.
A Venezuela expressou apoio às autoridades de Angola depois de o país africano ter sido acusado de negar ou dificultar a entrada a vários líderes políticos para uma conferência internacional, incluindo o ex-presidente da Colômbia Andrés Pastrana.
De uma coisa tenho certeza, os adultos de hoje, foram crianças de ontem, e todas as crianças sonham, na juventude se preparam, e na idade adulta persistem nas suas realizações… “Os sonhos são combustíveis para a alma “
A Plataforma dos Democratas Africanos, que integra a Fundação Brenthurst, organizadora da conferência internacional sobre democracia que decorreu em Benguela, condenou as ações do governo angolano e requereu um pedido de desculpas do Presidente aos políticos retidos e deportados.
Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné Equatorial são alguns dos 43 países cujos cidadãos podem vir a enfrentar restrições à entrada nos Estados Unidos.
O problema do MPLA é o mesmo de Angola, essa pessoa tem nome e endereço conhecido de todos. Tudo circula em torno dele, ele é dono assembleia da república e do judiciário. Sem ele nada existe, é o todo poderoso deus da arreliante ditadura securitária.
Diferentes agentes ao serviço do Estado, dos partidos e da sociedade na generalidade, têm um défice muito considerável na observância de procedimentos que, no contexto mais geral, podem elevar a imagem do Estado, per si já muito degradada, como consequência do desempenho da governação.