A História de Angola tem uma figura de enorme relevância na construção do nacionalismo angolano: Manuel Joaquim Mendes das Neves, sacerdote católico, natural do Golungo Alto (Kuanza Norte), a 25 de Janeiro de 1896.
É secular e, até mesmo bíblica, a assunção de que para todos os fenómenos, calamidades e desastres naturais ou humanos que ocorram no mundo, em geral, há sempre uma explicação lógica ou científica (de laboratório). Esta é a lógica humana.
Não sou Católico; sou um protestante típico. Porém, acho que os ataques á igreja Católica, sobretudo aos Bispos em Angola, deveria nos preocupar.
A vida já me pregou muitas surpresas. Mas, me assusta a afirmação intelectual carregada de uma boa dose de ‘analfabetismo letrado’ por parte de certos ‘homens e mulheres’ que, quando traduzem por escrito as suas acrobacias mentais, floreadas de uma aparente destreza linguística que faz tudo aparentar linear e lógico, mas que, se perscrutado com paciente profundidade, demonstra desconhecimento de certos conteúdos, incoerência e insegurança na retidão do pensamento que obedeça o mínimo de lógica.
A igreja católica faz tanta questão de se meter na política partidária que deveria apresentar um dos seus bispos como candidato. Em todo o mundo a igreja está virada para os seus problemas, entre os quais a pedofilia. Aqui, não.
Nas primeiras décadas pós-coloniais, golpistas quase sempre usavam os mesmos motivos para derrubar governos: corrupção, má gestão e pobreza – problemas que continuam em alta no Continente
Pela quarta vez, a empresa espanhola INDRA volta a gerir o processo eleitoral angolano na sequência de um quase obscuro e polémico concurso público promovido pela Comissão Nacional Eleitoral (CNE).
Em menos de vinte e quatro horas depois da sua publicação a foto do presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, perante o muro das lamentações em Jerusalém tinha sido partilhada milhares de vezes. A mesma foto geriu milhares de comentários, a maioria delas exprimindo admiração pelo o ACJ.