Quarta, 14 de Janeiro de 2026
Follow Us

Álvaro de Boavida Neto, Higino Carneiro e Julião Mateus Paulo ‘Dino Matross’, até prova em contrário, ganharam legitimidade para protestar contra qualquer um que os junte entre os cobardes da ‘velha guarda’ poderosa do MPLA. Em momentos diferentes e de formas distintas, os três decidiram opor-se publicamente ao chefe da vez.

A Liga da Mulher Angolana – LIMA, vai realizar o seu V Congresso Ordinário para exercer o primado da democracia deliberativa que vai orientar como determinar sua estratégia programática, eleger sua Presidente que sairá da eleição de uma entre três candidatas e seus Órgãos Superiores de Direcção.

Nos últimos anos Angola e Estados Unidos têm atingido níveis de cooperação impensáveis para nomes como Agostinho Neto, Jonas Savimbi e Holden Roberto, mas seria essa cooperação destinada à longa duração após os resultados das próximas eleições americanas? Um artigo recente da CNN abriu uma discussão interessante sobre o assunto, o que acontecerá a Angola se triunfar o candidato Donald Trump?

Está cada vez claro que, à volta do MPLA, está montada uma máquina para sabotar todas as oportunidades de avanço do país, para que grupos que se renovam constantemente, se aglutinem à volta de quem seja o epicentro desta fórmula obsoleta: presidente do MPLA e da República, com todos os poderes e mais alguns, sobre o país. Analisem comigo, de novo, momentos em alguns dos quais eu próprio fui protagonista.

Num estudo publicado no Afrobarômetro, uma das questões colocadas aos entrevistados estava a seguinte: «O país vai na direção errada ou certa?» Do total, 75% acredita que Angola «está a avançar na direcção errada, contra 21% que acham que esta é a direção certa."

Domingo, 25 Agosto 2024 21:46

A verdade exposta

O comunicado expedido pelo MPLA, que visou dar resposta a conferência de imprensa realizada pela UNITA, trouxe consigo uma invulgar carga dramática, que se observado criteriosamente perceber-se-á nele, uma inquietante ausência de sobriedade política sem precedentes dos homens do Kremlin.

O ritmo de insegurança regional e internacional tem colocado em constante desiquilibrio o sistema internacional, ao mesmo tempo, tem provocado corrida armamentista entre vários actores da comunidade internacional, levando governos a tomarem medidas adicionais de segurança: aumentando o próprio orçamento de defesa, compras de novos contigentes militares avançados e busca por tecnologias bélicas.

Apesar de a malária ser a principal causa de óbitos em Angola, com milhares de mortos todos os anos, a prioridade do Executivo parece estar virada para a construção de grandes hospitais em detrimento das unidades primárias e secundárias de saúde que deveriam assistir, em primeira instância, os pacientes dos bairros pobres que estão arredados dos centros urbanos.

Página 35 de 363