A 23 de Janeiro deste ano, Orlando Figueira, acusado de corrupção, declarou em tribunal: “Onde se lê Manuel Vicente na acusação, devia ler-se Carlos Silva.” Nesse dia, a acusação de que o ex-vice-presidente de Angola tinha corrompido o procurador português caiu por terra.
Prezados Senhores Deputados e caros concidadãos.
Na verdade pensei que nunca mais voltaria a escrever por esta via sobre este assunto, porém o desalinhamento nas constantes intervenções dos mais variados actores nos mais variados meios de comunicação, obriga-nos mais uma vez em sacrificar um pouco de mim e tecer algumas linhas com muita dor, em prol da Nação Angolana.
Carácter é definido como um conjunto de características e traços relativos á maneira de agir e de reagir de um indivíduo ou de um grupo de pessoas, em poucas palavras podemos dizer que é a firmeza das suas ações, do seu pensamento e comportamento.
As censuras recentes que cruzam o linguarejar de Ana Gomes que tem a fama pendurada atrás da saia, de ser a eurodeputada Portuguesa mais altiva e mais execrável possível, são fortes e numerosas. Gomes, está de certo modo fazer de um processo ténue, no círculo diplomático entre Angola e Portugal numa fantochada verbal, tornou – se evidente o esforço de Ana Gomes de fazer desacreditar a ligação diplomática de dois países irmãos ligados por laços tão profundos definidos no tempo e na expressão da linguagem.
Nome de registo, nome pelo qual é mais conhecido, características fisionómicas habituais, nomeadamente tipo de corte do cabelo e da barba, se bebe ou fuma;
Morada, com indicação do n.º da casa, cor e outras características e referências que facilitem a sua localização, telefone, matrícula e cor do carro;
O Tribunal da Relação de Lisboa decidiu agora reverter uma decisão anterior da Justiça portuguesa e dar por justa a entrega à Justiça angolana do processo de Manuel Vicente. À Justiça o que é da Justiça, não há como não aceitar a decisão. Mas porque vivemos no Estado de direito, temos o direito de nos rirmos dela.
Setembro passará a se estabelecer como uma marca cimeira no seio do MPLA, em virtude do líder que deu tudo quanto autenticou como vida que marcou a sua existência enquanto jovem, adulto e até mesmo idoso, tudo, mas tudo, entregue na satisfação dos interesses cimeiros dos angolanos, da Pátria e do MPLA. Há-de ausentar-se de maneira ininterrupto da Presidência do MPLA, aquele que determinou o encontro com um novo sentido do tempo em Angola, determinando o fim das calamidades geopolíticas que marcaram o passado do país.
A profética missão do bajulismo no MPLA, atraiu junto do ex presidente louvores de elite, bajuladores, arrastavam – se no chão, ajoelhados como em rituais sagrados momentâneo, endeusavam JES como se fosse um verdadeiro deus na terra, o deus, que tanto o adoraram, fez – los, milionários, providos de tudo quanto o solicitavam em oração, porém, não sabia JES, que esses eram o pior veneno de que havia de o suicidar em frente, porque quem nos mata a honra e a dignidade, já nos matou o físico, de nada vale sermos chamados senhores sem honra e sem dignidade.