Um hotel de Luanda foi palco de uma conferência sobre a “questão de Cabinda”. Os organizadores convidaram quem quiseram e os conferencistas disseram o que sabem, o que pensam que sabem e o que não sabem, inventaram ou repetiram as mentiras que apesar de mil vezes repetidas nem por isso passam a ser verdade.
A comissão nacional preparatória do IV Congresso Ordinário da FNLA decidiu chumbar a candidatura de José Fernando Tó Zé Fula à liderança do partido e este recorreu ontem da decisão.
O filho do ministro da Energia e Águas, identificado apenas por Vado, juntamente com três amigos e ainda com a ajuda de guardas, espancou brutalmente o vice-presidente do Partido Popular, Francisco Luís Pascoal, que foi em seguida colocado no porta-bagagSalvar & Fecharens de uma viatura e deixado junto a uma esquadra policial.
A JMPLA, braço juvenil do partido no poder, quer realizar um debate "franco e aberto" com os ativistas do Movimento Revolucionário, promotores de várias organizações anti-Governo.
O ano de 2015 será determinante para a definição do calendário inerente à realização, em Angola, pela primeira vez, das eleições autárquicas, cuja tarefa primordial caberá aos partidos políticos com assento parlamentar.
Oposição culpa Presidente da República e avisa de entraves ao desenvolvimento, enquanto o MPLA diz que só não vê progressos quem quer manchar o nome de Angola.
As acções da PT SGPS estão a registar uma queda pronunciada, recuando para um valor que fica aquém da contrapartida oferecida por Isabel dos Santos na OPA lançada no dia 9 de Novembro.
Grace Mugabe, de 49 anos, foi escolhida como sucessora do presidente Robert Mugabe, que tem 90 anos de idade.
A queda vertiginosa do preço do petróleo, que já se vaticina poder chegar aos 40 dólares, está a dar dores de cabeça a alguns países chave na cena política internacional, como a Rússia. Angola, segundo a generalidade dos analistas, está entre os mais vulneráveis à descida, por ter marcado passo na diversificação da sua economia.
Perante a atitude do regime de Luanda contra iniciativas dissonantes aos seus interesses, o jovem Adolfo Campos, um dos rostos do movimento contestatário ao regime, diz que chegou a hora de delinear “métodos mais eficientes” de luta contra o Governo do Presidente José Eduardo dos Santos.