O MPLA ainda não definiu um horizonte temporal para a realização das primeiras eleições autárquicas no país porque há uma séria de pressupostos que antes devem ser resolvidos, disse o presidente do Grupo Parlamentar do MPLA, Virgílio de Fontes Pereira, em declarações à imprensa, no último fim de semana, em Luanda.
As escusas apresentadas pelo governador de Benguela, Isaac dos Anjos, que foram profusamente amplificadas pela imprensa pública não estiveram acompanhadas da versão que deu origem ao inesperado acto de Dos Anjos, durante o seminário sobre a gestão de terras.
Como é costume a policia partidária não republicana impediu hoje a marcha dos Jovens Revolucionários, contrariando a propaganda do regime, que propala que ao abrigo do artigo 47 da Constituição todos se podem manifestar, resultou em actos de extrema violência, detenções e deslocação dos detidos para parte incerta.
Os abusos permanentes e Sucessivos, que o ditador José Eduardo dos Santos e sua família, vêm cometendo ao longo dos últimos 36 anos em Angola, chegaram já a um ponto verdadeiramente insustentável para Angola e, para todos os patriotas autóctones da terra Angolana.
Um Código de Ética Partidária poderá ser adotado pelo Movimento Popular de Libertação de Angola, partido no poder, para avaliar o comportamento dos seus militantes.
Infelizmente para os angolanos, o congresso do MPLA nada de novo trará ao país, será um congresso em que as raposas entram nele silenciosas e saem dele caladas como sempre, apenas o bode velho falará anunciando as regras da conduta, que doravante as raposas manipuladas seguirão em obediência a vontade estrita do preto velho.
O secretário do bureau político do MPLA para os assuntos políticos e eleitorais, João de Almeida Martins, falou do momento político que o país vive, tendo em linha de conta a estabilidade que se vive em Angola.
O juiz Adriano Cerveira Baptista, do Tribunal Provincial de Luanda, presidirá, a partir de 15 de Dezembro, ao julgamento de Rafael Marques de Morais.
A falta de vontade política e ética, um sistema de castas e acomodação ao fenómeno por parte dos cidadãos em geral são algumas das razões apontadas por economistas para o agravamento da corrupção em Angola.