O Presidente angolano considerou acertada a aposta na produção de gás não associado, cujo primeiro projeto foi hoje inaugurado no Soyo, província do Zaire, com um investimento de 4,5 mil milhões de dólares (3,8 mil milhões de euros).
O Serviço de Investigação Criminal (SIC) deteve esta semana, em Luanda, um homem de 34 anos que se fazia passar por procurador-geral adjunto da República, e por vezes por juiz de garantia, ou, em algumas ocasiões, por técnico do gabinete do PGR e sobrinho do Presidente da República, extorquindo altos membros do Executivo e responsáveis de instituições financeiras, apurou o Novo Jornal junto do SIC.
Pelo menos 21 observadores eleitorais vão acompanhar as eleições do novo presidente da UNITA, maior partido na oposição, no âmbito do XIV Congresso Ordinário, que se inicia na sexta-feira, disse hoje a comissão eleitoral, garantindo lisura e isenção.
Os processos-crime contra os líderes das principais associações e cooperativas de táxis, assim como dos dois cidadãos russos detidos em Agosto pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), na sequência dos tumultos de Julho, que causaram pelo menos 29 mortos, mais de 200 feridos e mais de 1.500 detenções, continuam em instrução preparatória a nível da Procuradoria-Geral Repúblico (PGR), apurou o Novo Jornal.
O Conselho de Ministros angolano aprovou hoje a Proposta de Lei sobre o Regime Jurídico do Beneficiário Efetivo, para suprir insuficiências identificadas pelo Grupo de Ação Financeira (Gafi) e alcançar resultados positivos na próxima avaliação.
A organização não-governamental angolana Friends of Angola (FoA) manifestou hoje repúdio pelo impedimento da viagem de ativistas angolanos para Cabo Verde, via Lisboa, "exigindo esclarecimento imediato" da TAP e das autoridades angolanas.
Os cidadãos russos detidos em Angola em agosto deste ano permanecem em estado crítico, apesar da intervenção médica que confirmou que seu estado de saúde era inadequado para uma detenção no Hospital Prisão de São Paulo. Lev Lakhtanov e Igor Raktin continuam sob custódia.
A cimeira UA-UE fechou em Luanda com promessas até 2030. Mas três ONG angolanas dizem que a Europa trocou direitos humanos por minerais, energia e negócios, ignorando pobreza e repressão.
A Declaração de Luanda, aprovada hoje na Cimeira União Africana - União Europeia, destaca o compromisso na defesa do comércio livre e da migração regular, apela a reformas institucionais globais e limita-se a reconhecer as dificuldades da dívida africana.
O líder do PRA-JA Servir Angola, Abel Chivukuvuku, disse que os angolanos perderam "absoluta confiança" nos principais partidos, que, ao longo de vários anos, vêm fazendo "promessas irrealizáveis".