Sexta, 20 de Fevereiro de 2026
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Sexta, 20 Fevereiro 2026 22:20

UNITA nega envolvimento em actos de agressão física no Huambo

A UNITA na província do Huambo negou, esta sexta-feira, o envolvimento em actos de agressão física, que resultaram na morte da militante do MPLA, Ermelinda Luísa Nachivinda, 15 deste mês.

Em conferência de imprensa, o secretário local para a organização da UNITA, José Kayangula, condenou o incidente, ocorrido no bairro Elavoco, sector das Cacilhas, município do Huambo.

Afirmou que a organização política partilha, com os angolanos, aspectos concordantes com o Estado democrático de direito, na Constituição da República de Angola.

Defendeu a necessidade de se promover o diálogo permanente nas comunidades, para evitar qualquer tentativa de actos de intolerância política e reforçar a convivência pacífica.

“A UNITA lamenta o sucedido e apresenta os seus mais profundos sentimentos de pesar à família enlutada e à população do Huambo, em geral, que, por sua vez, deve continuar a viver pela diferença partidária.

Refira-se que o MPLA manifestou, quinta-feira, em nota distribuída à ANGOP, o seu “veemente e inequívoco repudio” pelos actos de agressões físicas contra a militante Ermelinda Luísa Nachivinda, de 48 anos, afecta à secção da Organização da Mulher Angolana (OMA) no bairro Elavoco, sector das Cacilhas, município do Huambo, que acabou por perder a vida.

O MPLA sustenta que o acto configura um crime que atenta contra a vida, a dignidade da pessoa humana e os princípios do Estado Democrático e de Direito, consagrados na Constituição da República de Angola, pois a violência política não deve, em circunstância alguma, ser tolerada.

Refere que a sã convivência democrática não deve ser confundida pela intimidação, perseguição ou eliminação física de adversários políticos.

Na mesma nota, o MPLA acusa a UNITA de estar reiteradamente envolvida em acções que criam um ambiente de medo.

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