O ativista angolano Gilson Moreira da Silva, detido há mais de oito meses, começa a ser julgado em 06 de outubro próximo, sob indícios dos crimes de “rebelião e resistência contra funcionário”, disse hoje o seu advogado.
Apesar de roubado nas urnas, o povo festeja alegre com a UNITA/FPU a verdade eleitoral desviada com finalidade confessa. Existem razões de sobra para o povo manifestar o seu desagrado, e continuar destemido a denunciar o afrontoso roubo eleitoral, preparada pelo partido do regime.
Nesta caminhada tudo tem o seu momento. Este sábado é hora de enchermos a rua com a nossa alegria, as nossas músicas e orações, velhos e novos, vamos celebrar a soberania do Povo e honrar a democracia
Na sequência de uma decisão do Tribunal Supremo da Suíça, Angola deixou de poder recuperar bens e fundos do empresário Carlos São Vicente nesse país, disse uma advogada suíça do empresário angolano
Em entrevista à DW África, Pedro Santa Maria, jornalista, analista político e membro do MISA Angola, destaca a derrota do MPLA no "coração" político do país e frisa que o elenco não muda, está na "dança das cadeiras".
Os partidos da oposição que concorreram às eleições gerais de 24 de Agosto não vão fazer parte da chamada marcha da liberdade convocada pela UNITA para este Sábado, 24 de Setembro.
O Presidente angolano espera por "melhores conselhos e contribuições" dos membros do Conselho da República hoje empossados, para que possa "desempenhar com zelo e agir com sabedoria" no exercício das suas funções no novo mandato governamental.
As promessas de eleições autárquicas em Angola não serão realizadas em breve porque não seriam favoráveis ao partido no poder, disse o dirigente da Associação, Justiça, Paz e Democracia (AJPD), Serra Bango.
Os advogados do empresário angolano Carlos São Vicente disseram hoje que um tribunal suíço decretou a suspensão da cooperação com as autoridades judiciais angolanas, devido à falta de imparcialidade no processo judicial contra o seu cliente.
O Presidente angolano nomeou hoje 48 novos secretários de Estado, distribuídos pelos 23 ministérios que integram o novo executivo escolhido por João Lourenço, que conta ainda quatro ministros de Estado.