O antigo Presidente da Assembleia Nacional, Fernando da Piedade Dias dos Santos "Nandó", e o ex-vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, deixaram o Parlamento após terem sido eleitos nas listas do MPLA nas eleições de 24 de Agosto, disse ao Novo Jornal fonte parlamentar.
O ex-secretário geral da Casa de Segurança do Presidente angolano disse hoje, em tribunal, que os milhões de kwanzas, euros e dólares detidos em posse do major Pedro Lussati “não pertencem ao Estado” e ao órgão de segurança.
O Presidente do MPLA João Lourenço, deverá agora impor maior rigor na vigilância necessária para que pessoas bem colocadas não se atrevam a perseguir militantes e figuras importantes da sociedade civil angolana, sob o pretexto de não terem votado como eles desejavam que fosse, defendeu António Venâncio, militante do MPLA.
A UNITA defende que depois da abertura do ano parlamentar da V legislatura, no dia 15 de Outubro deste ano, para a sessão a seguir seja agendado o debate da Proposta de Lei de Institucionalização das Autarquias Locais, o único diploma do pacote legislativo autárquico que ainda não foi a votação final.
O jurista e investigador da Universidade de Oxford Rui Verde considerou que o fim da imunidade do ex-vice-Presidente angolano Manuel Vicente, na terça-feira, é uma oportunidade para “Angola se afirmar como Estado de direito, ou não”.
A consultora Fitch Solutions considera que a economia de Angola vai crescer 3,5% este ano, o ritmo mais rápido desde 2014, mas depois abrandará para 1,8% em 2023 devido à quebra no petróleo.
O Serviço de Investigação Criminal de Angola anunciou hoje que foram detidos 12 cidadãos que "têm estado a financiar e a promover a disseminação" de áudios e vídeos para "semear a insegurança, o ódio e o pânico no seio das populações".
O presidente da UNITA, oposição angolana, disse hoje que “o preço do poder não vale tudo, não vale o banho de sangue do povo”, em resposta aos que tencionavam ver a UNITA na rua para conquistar as instituições.
Duas organizações angolanas de defesa dos direitos humanos repudiaram hoje as “perseguições e detenções arbitrárias” da polícia nacional a ativistas em Angola e apelaram ao Presidente João Lourenço para que ponha cobro aos abusos.
A União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) promove hoje, um mês após as eleições angolanas, uma marcha em defesa do Estado democrático e de direito e pela libertação dos presos políticos.