Segunda, 15 de Abril de 2024
Follow Us
Destaque

Destaque (683)

Nuno Dala, deputado à Assembleia Nacional pelo Grupo Parlamentar da UNITA, reagiu ao Novo Jornal ao envio, pelo Tribunal Supremo (TS), à Assembleia Nacional (AN), do processo sobre a retirada das suas imunidades.

A UNITA anunciou que o ataque de hoje à caravana de deputados do principal partido da oposição angolana causou nove feridos, cinco dos quais graves, e dois desaparecidos, corrigindo a informação inicial que dava conta de um morto.

Uma pessoa morreu e seis ficaram feridas num ataque armado a uma caravana da UNITA, na província angolana do Cuando Cubango, segundo o líder da bancada parlamentar do partido da oposição angolana.

Constituição e estatutos do MPLA determinam que João Lourenço estará inevitalmente afastado da liderança do país e do partido, depois de 2027. Estatutos fixam que o actual líder dos ‘camaradas’ não pode avançar com alterações num congresso extraordinário para apresentar-se como candidato à liderança do partido dentro de dois anos.

Angola tem menos recursos cambiais disponíveis devido à oscilação do mercado da principal commodity e aos compromissos com o financiamento externo, admitiu, terça-feira, na Matala, província da Huíla, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José Massano.

Quatro jovens com idades compreendidas entre os 23 e os 27 anos de idade foram encontrados mortos em diversos pontos na manhã desta segunda-feira, 8, no distrito dos Mulenvos de Baixo, nunicípio de Cacuaco, na capital de Angola.

Por imperativo legal, o Bloco Democrático dever-se-á retirar da plataforma política Frente Patriótica Unida, para poder concorrer às eleições gerais de 2027 de forma isolada, sob pena de ser extinto da política angolana.

A UNITA, maior partido da oposição angolana, considerou hoje que uma norma do parlamento não pode estar acima da Constituição, contestando a decisão do Tribunal Constitucional sobre a discussão do processo de destituição do Presidente.

O Presidente angolano, João Lourenço, considerou hoje que as dificuldades ainda sentidas pelos angolanos não se comparam às vividas no período da guerra, sublinhando que o Governo está a criar condições para reduzir as desigualdades e grandes carências.

Centrais sindicais angolanos e Governo continuam sem acordo sobre aumentos do salário mínimo e dos funcionários públicos, disse hoje à Lusa o porta-voz dos sindicalistas após a primeira reunião realizada depois da primeira fase de uma greve geral.

Página 1 de 49