O Movimento CPLP (Comunidade de Países de Língua Portuguesa) pela Cidadania, organização da sociedade civil em Lisboa, Portugal, manifesta-se energicamente, em comunicado datado de 29/08, contra o que entende ser a lógica da articulação do mercado "puro e duro" imposta por um mercado capitalista neo-liberal visando a destruição do património material e imaterial comum da comunidade e da humanidade.
Começa a ganhar forma a entrada do Estado angolano no BESA. A nacionalização de parte do banco pode acontecer através do planeado aumento de capital, segundo a consultora KPMG. Paralelamente, prosseguem os esforços para recuperar, em parte ou todo, o empréstimo de 3.000 milhões de euros que o BES fez ao participado em Angola.
Começou hoje em Luanda o julgamento dos acusados de terem assassinado os actividades Alves Kamulingue e Isaías Cassule em 2012. Os oito que estão no banco dos réus são membros do Serviço de Informação e Segurança do Estado (SISE).
Líderes da oposição devem a sua vida ao presidente Santos, diz o governador do Namibe, enquanto a Casa-CE diz que Rui Falcão devia preocupar-se com os problemas do povo.
A UNITA, o maior partido da oposição em Angola, "aconselhou" hoje o Presidente José Eduardo dos Santos a "recuar" na proposta de alterar a Lei da Nacionalidade, face à inconstitucionalidade e ao "perigo que encerra o seu conteúdo".
O presidente russo Vladimir Putin terá dito ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, que podia tomar Kiev em duas semanas, se assim entendesse. A afirmação terá sido feita num telefonema entre ambos e foi relatada por Barroso na cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia.
O caso dos dois ativistas assassinados em maio de 2012 começou a ser julgado num tribunal de Luanda esta segunda-feira (01.09). Há setenta arguidos. Ativista diz que foram descuradas figuras-chave no processo.
A concessionária estatal angolana Sonangol arrecadou 3,6 bilhões de euros com a exportação de petróleo no primeiro trimestre do ano, segundo dados consolidados da execução orçamental pública a que a Lusa teve hoje acesso.
Ainda não será desta vez, mas mais cedo ou mais tarde, este lugar, dos mais frequentados de Luanda terá os dias contados.
As contas públicas angolanas registaram um saldo orçamental negativo de 492 milhões de euros entre janeiro e março deste ano, segundo dados da execução orçamental a que a Lusa teve hoje acesso.