Sábado, 17 de Janeiro de 2026
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As consultoras Mergermarket e Control Risks consideram que Angola está a tornar-se um país mais atrativo para investir, com reformas lançadas, mas alertam que o domínio das empresas públicas permanece um desafio para os investidores.

As casas de câmbio há mais de quatro meses que deixaram de obter divisas através dos leilões semanais realizados pelo Banco Nacional de Angola (BNA), provocando a paralisação das suas actividades.

Angola gastou mais de 1.5 bilhões de euros para manter os preços dos combustíveis artificialmente baixos em todo o ano de 2015, segundo dados recentes do Governo angolano.

O kwanza angolano voltou esta semana a desvalorizar-se, face ao euro, em mais de 1%, acumulando uma perda de 31% nos três meses do regime flutuante cambial, em que as taxas de câmbio são formadas nos leilões de divisas.

Quem utiliza cartões de crédito da rede Visa do BAI vai passar a receber menos. Só no cartão ‘BAI Classic’, há um corte de 47,3% ficando limitado nos mil euros, nos outros cartões o limite vai até aos três mil. Banco avisa que medida é extensiva a outros cartões, por culpa da crise cambial. BAI não é o único, foi antecedido pelo BFA e BPC.

A Sonangol esconde as vantagens da contratação de duas novas empresas para a importação e fornecimento de combustíveis em substituição da Trafigura e da Vitol, contrariando a expectativa de que terminaria com o monopólio na importação de produtos refinados.

O Banco Nacional de Angola (BNA) vai poder emitir semanalmente, em 2018, Bilhetes do Tesouro até ao valor máximo global de 1,284 biliões de kwanzas (5.997 milhões de dólares), de acordo com determinação do Ministério das Finanças.

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