Os jornalistas angolanos lançaram uma campanha de lobby para impedir a aprovação da proposta de lei que permite os dirigentes políticos exercerem atividade jornalística. Para falar sobre o assunto, ouvimos o Presidente do MISA Angola, André Mussamo, o jornalista Nok Nogueira e o deputado Paulo Faria.
Um especialista angolano em assuntos eleitorais criticou hoje a “narrativa do MPLA”, no poder, de que as manifestações públicas dos cidadãos sejam uma “agenda oculta” da UNITA (oposição), considerando que as autoridades administrativas transformaram a polícia numa “instituição anti-manifestação”.
O sociólogo angolano Paulo Inglês defendeu hoje que as manifestações em Angola devem continuar para que as pessoas aprendam a manifestar-se e a polícia a lidar com os protestos, “porque não há outro caminho”, questionando dados apresentados pelo MPLA.
Intervenção do Deputado Sampaio Mucanda sobre a exploração do petróleo nas águas ultra-profundas da bacia do Namibe.
O líder do grupo mercenário russo Wagner, Yevgeny Prigozhin, negou hoje a acusação de “traição” feita pelo Presidente russo, Vladimir Putin, chamando “patriotas” aos seus combatentes e garantindo que não se entregarão às autoridades.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou a rebelião de membros do Grupo Wagner como "facada nas costas" e prometeu punir quem trair as Forças Armadas. Putin fez um pronunciamento à nação neste sábado (24).
O Tribunal Federal do Distrito de Columbia, Washington (EUA), rejeitou a acção instaurada pela Aenergy, SA contra o governo angolano, e determinou que o caso seja julgado em Angola, apurou, esta sexta-feira, a ANGOP.
A investigadora angolana Suraia da Conceição Mungungue defendeu hoje que o aumento do número de manifestações em Angola mostra um aprofundamento da democracia, reconhecendo que há falhas do lado das autoridades e dos manifestantes.
O professor e investigador do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Oxford defendeu hoje que a dívida de Angola à China "deve ser revista exaustivamente" por ter sido utilizada para fins privados e "corruptos".
O investigador do Kwenda Institute João Shang defendeu hoje que a parceria estratégica entre China e Angola tem "perspetivas amplas", mas na relação existem oportunidades e riscos.