Em comunicado, o Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do Ministério esclarece que nenhuma pessoa, entidade ou intermediário está autorizada a cobrar qualquer valor, prometer vagas ou facilitar o acesso ao concurso. Qualquer pedido de pagamento ou oferta de vantagens em troca da admissão deve ser encarado como uma tentativa de fraude.
O MININT apela aos candidatos para que protejam os seus dados pessoais, recorram apenas aos canais oficiais de informação e denunciem eventuais práticas fraudulentas que visem explorar os cidadãos durante o processo de recrutamento.
O concurso público de ingresso externo teve início no passado dia 16 de julho e prevê o preenchimento de 7.682 vagas, distribuídas pelos cinco órgãos que integram o Ministério do Interior. As oportunidades destinam-se à Polícia Nacional (PN), ao Serviço de Investigação Criminal (SIC), ao Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), ao Serviço Penitenciário (SP) e ao Serviço de Proteção Civil e Bombeiros (SPCB).
O processo destina-se ao recrutamento de novos agentes para o quadro de pessoal do Ministério do Interior referente ao ano de 2026 e tem registado uma elevada procura por parte dos cidadãos. De acordo com o MININT, nas primeiras horas de abertura das candidaturas foram contabilizados mais de dois milhões de acessos ao portal oficial, um indicador do forte interesse que o concurso tem despertado em todo o país.
Perante a elevada procura, as autoridades reforçam o apelo à prudência, lembrando que todas as informações oficiais relativas ao concurso são divulgadas exclusivamente pelos canais institucionais do Ministério do Interior. O objetivo é proteger os candidatos de esquemas fraudulentos que procuram tirar partido da elevada expectativa gerada pelo processo de recrutamento.

