A elétrica Aenergy e a General Eletric (GE) chegaram a acordo, pondo fim a processos relacionados com contratos assinados com o governo angolano que corriam trâmites nos tribunais norte-americanos.
O especialista Almeida Henriques considera que a aproximação de Angola aos EUA, marcada pelo encontro entre os dois presidentes quinta-feira, pode “gerar ciúmes” em outros parceiros do país lusófono, mas prevê a manutenção do equilíbrio nas relações bilaterais.
O juiz conselheiro presidente do Tribunal Supremo de Angola, Joel Leonardo, afirmou hoje, em Brasília, querer digitalizar os tribunais do país porque “não há justiça sem celeridade".
O Presidente de Angola vai encontrar-se com o seu homólogo norte-americano levando na bagagem um saldo comercial positivo de quase mil milhões de dólares e um investimento de outros mil milhões no Corredor do Lobito.
A volatilidade da moeda angolana, kwanza, deve persistir entre 2024 e 2028, segundo os analistas da Economist Intelligence Unit (EIU), que preveem um crescimento médio da economia de 3,5% neste período.
Os investimentos no petróleo e gás em Angola vão aumentar nos próximos anos, com a Europa a querer diversificar a sua oferta energética devido ao conflito na Ucrânia prevendo-se que a produção petrolífera aumente para 1,4 milhões de barris/dia em 2028.
O ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado, admitiu haver actos de indisciplina no seio dos efectivos da Polícia Nacional, visto que no acto de recrutamento o processo foram mal seleccionados.
As fortes chuvas desde o início da manhã de terça-feira inundaram mais de duas mil casas na província de Luanda, sem registo de perdas humanas, mas provocando cortes de energia em diversos municípios da capital.
O embaixador norte-americano Tulinabo Mushingi considerou, esta terça-feira, o encontro entre os Presidentes João Lourenço e Joe Biden, marcado para quinta-feira, 30, como reflexo do reconhecimento dos resultados positivos da parceria Angola-Estados Unidos da América (EUA).
O principal partido da oposição, a UNITA, entende que "pagar dívidas atrasadas, ocultas, falsas e não certificadas não é um investimento para o desenvolvimento do País".