A Associação dos Taxistas de Angola (ATA) anunciou hoje a subida “irreversível” da tarifa do táxi nos próximos dias, devido ao “preocupante” aumento do preço do combustível e aos elevados custos operacionais da atividade.
O vandalismo na ferrovia causou prejuízos de mais de 13 mil milhões de kwanzas (14,4 milhões euros) no primeiro trimestre deste ano à empresa estatal Caminhos de Ferro de Luanda (CFL), anunciou hoje a administração.
Os EUA consideram que a situação dos direitos humanos em Angola, em 2023, continuou semelhante à de 2022, com “relatos credíveis de assassínios arbitrários ou ilegais, tratamentos ou castigos cruéis, desumanos ou ilegais” por parte das autoridades angolanas.
O Brasil comprometeu-se hoje a apoiar a formação de 3.620 profissionais de saúde angolanos através do lançamento oficial do acordo de cooperação na presença da ministras da Saúde angolana e brasileira.
Automobilistas em Luanda temem que o aumento do gasóleo venha encarecer ainda mais o custo de vida e questionaram as políticas públicas do Governo por “penalizarem” os cidadãos.
A despesa acumulada com subsídios aos combustíveis em Angola cresceu para 2,5 mil milhões de euros em 2023, mais 16,4% em termos homólogos, com um aumento de 128% nos subsídios ao gasóleo no último trimestre.
A Human Rights Watch (HRW) afirmou hoje que a lei de segurança nacional proposta pelo Governo angolano “não cumpre as normas internacionais de direitos humanos” e “compromete a liberdade de imprensa, expressão e associação”.
A coordenadora de projetos e programas da Associação Construindo Comunidades (ACC) disse hoje, em Luanda, que as ordens para a expropriação de terras partem de entidades do Governo angolano, na capital, para os administradores locais, ignorando as populações.
A Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC) denunciou hoje, em comunicado enviado à Lusa, “execuções sumárias extrajudiciais de civis inocentes” cometidas pelas Forças Armadas Angolanas (FAA) na área de Tando-Nzinze.
O Conselho de Ministros apreciou esta segunda-feira, para envio à Assembleia Nacional, três propostas de lei, com destaque para o sobre crimes de vandalização de bens e serviços públicos que vai de cinco a 15 anos de Prisão.