Uma mulher, de 61 anos e com dupla nacionalidade, portuguesa e angolana, e um homem, de 56 anos e com nacionalidade portuguesa proprietários de uma empresa do setor da eletricidade e foram abordados por um grupo de quatro ou cinco indivíduos, numa via expresso da periferia da capital angolana.
Luanda - O diploma que define o regime jurídico da taxa de limpeza à cidade de Luanda reduz o valor em mais de 50 porcento, ralativamente à proposta inicial, de acordo com o documento hoje aprovado pelo Conselho de Ministros, orientado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.
A actual situação dos gestores de contas angolanos é o tema de uma entrevista publicada ontem e prossegue hoje com o juíz conselheiro e porta-voz do Tribunal de Contas. Gilberto Magalhães disse que os gestores condenados são obrigados a reembolsar o Estado.
Numa entrevista ao Jornal de Negócios, Sindika Dokolo apelidou o jornalista e ativista angolano de "testa de ferro" de "patrocinadores" e "patronos" que pretendem chegar ao poder de forma antidemocrática. A queixa-crime de Rafael Marques, por difamação, entrou esta terça-feira, 26, no DIAP
Sete dos 11 juízes que integram o Tribunal Constitucional (TC) de Angola continuam no cargo mesmo depois de terem completado sete anos, ao contrário do que estipula a lei.
A liberdade à informação é um direito fundamental e essencial consagrado pela Declaração Universal dos Direitos Humanos adoptada pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
A Embaixada de França lançou um alerta de segurança à comunidade gaulesa residente em Luanda, na sequência do rapto de um cidadão francês, que esteve sequestrado durante quatro dias. Segundo a mensagem, a Via Expressa só deve ser percorrida com escolta.
Destacado dirigente histórico do MPLA e ex-primeiro-ministro da Angola, Marcolino Moco é hoje uma das vozes mais sonantes no país – e dissonantes publicamente em relação ao poder instituído. No seu último livro, propõe que o país substitua a “Constituição Eduardista de 2010”, um documento “chico-espertista” que considera um foco de tensões no país. Com um presidente menos todo-poderoso e maior representação étnica e regional, Angola teria a ganhar estabilidade e os parceiros internacionais deixariam de precisar de, com frequência, fazer o papel de “bombeiros”, defende.
O excesso de cargos no Governo angolano custa caro aos cofres do Estado, sobretudo, num momento em que o país enfrenta uma crise económica e financeira, a todos os níveis.
- O Governo angolano instou nesta segunda-feira, em Luanda, os seus parceiros internos e externos a contribuírem numa lógica triangular (Estado, instituições do sector social e empresarial público e privado), a encontrar meios para promover um crescimento mais sustentável do país.