Domingo, 19 de Abril de 2026
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Um estudo feito pelo Sindicato de Professores do Ensino Superior (Sinpes) de Angola revela que a situação económica dos professores piorou em três anos, ao ponto de a maioria dos professores universitários ganha hoje menos de 400 dólares por mês.

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O Sindicato da Construção de Portugal diz ter sido informado pelo embaixador de Angola de que ainda este semestre haverá dinheiro, com a ajuda do FMI, para pagar ordenados em atraso aos portugueses.

Vários médicos norte-coreanos, destacados sobretudo para o Sul de Angola, estão a realizar abortos ilegais ao domicílio como forma de compor o salário, avança o site de informação The Korea Times.

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O Governador da Província de Luanda, Higino Carneiro, exarou quarta-feira 42 despachos, onde constam dezanove exonerações e vinte e duas nomeações. 

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Polícia angolana ainda sem informação sobre investigação do homicídio de casal português

A petrolífera estatal angolana Sonangol vai passar a ter uma comissão executiva, no âmbito do processo de reajustamento da organização e otimização do setor dos petróleos, que está a ser apoiado pela empresária Isabel dos Santos.

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O Procurador-geral da República de Angola disse hoje em Luanda que as ‘offshores’ não são proibidas e por isso não vê razões para se criar um alarido à volta do assunto sobre os “Documentos do Panamá”.

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O director do Gabinete Técnico da Unidade de Investimento Privado (UTIP), Norberto Garcia, assegurou esta terça-feira, na capital do Cuando Cubango, que o governo angolano tem duas leis aprovadas pelo Executivo, sobre o branqueamento de capitais, para não permitir que os projectos sejam implementados com dinheiro ilícito.

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Os investimentos da empresária angolana em Portugal rondam os €3 mil milhões(€3 bilhões de Euro) ou 3,4 bilhões de dólares

Angola está num novo caminho. A necessidade do país desenvolver outros setores económicos vai obrigar a que se alterem os seus fluxos comerciais. Alves da Rocha, economista angolano, prevê que Angola reduza as importações de Portugal, por este perder competitividade em relação a paises do sul do continente africano. E aconselha os portugueses a aliviar a dependência do ‘‘fator-Angola’.

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