Nos círculos políticos em Angola pergunta-se por onde anda a Frente Patriótica Unida (FPU), a plataforma formada pela UNITA, Bloco Democrático e o projecto político Pra-JÁ - Servir Angola, que se apresentou como tal nas eleições de Agosto.
A provedora de justiça angolana lamentou hoje o atraso na resposta às solicitações por parte de muitas entidades e chamou a atenção para o dever de cooperação.
A terceira greve de professores do ensino superior no espaço de um ano vai ter efeitos catastróficos na qualidade do ensino superior em Angola que é por si só é muito fraca, disseram especialistas do sector à VOA.
A Estratégia de Endividamento de Médio Prazo 2022-2024 de Angola considera dívida pública direta interna e externa as que são contraídas pelo Governo central e pelas empresas públicas Sonangol e TAAG, bem como as garantias soberanas emitidas.
O Estado de Direito em Angola avançou ligeiramente em 2022, mas manteve-se pelo quinto ano consecutivo entre as piores classificações no mundo, de acordo com o ranking do World Justice Project que hoje foi divulgado em Washington, EUA. No mundo, as notícias não são melhores e a degradação da comunicação social é uma razões.
O Presidente angolano afastou os acionistas chineses da mina de Catoca, a maior do país, nacionalizando as participações detidas pela LL Internacional Holding BV sociais na Sociedade Mineira de Catoca, anunciou a Presidência.
O director-geral da associação de camponeses “Ana Ndengue”, Domingos Miguel Kangongo, desmentiu as declarações do administrador da fundação “Lar do Patriota”, António Lutango, que em entrevista concedida à MFM, disse que o terreno reclamado pelos camponeses fica localizado na zona do Camama e não no perímetro do patriota.
O Presidente da República, João Lourenço, disse esta terça-feira, 25, em Dakar, Senegal, que, enquanto não houver condições, não vai "assanhadamente" convocar as eleições autárquicas, prometidas durante a sua campanha eleitoral.
A administração do Caminho de Ferro de Luanda (CFL) disse hoje que regista diariamente o “roubo desenfreado” da sua infraestrutura férrea, entre pregos, travessas e carril, protagonizado por jovens e crianças, alegadamente a mando de malianos e senegaleses.
Angola registou, no segundo trimestre deste ano, um aumento de remessas e outras transferências pessoais recebidas e enviadas, contudo, insuficiente para inverter o défice que se vem registando em períodos anteriores, informou o banco central angolano.