O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos de Angola disse hoje, em Luanda, que o executivo angolano é o principal interessado num processo idóneo de homenagem às vítimas do conflito político entre 1975 e 2002.
As autoridades angolanas libertaram do cativeiro oito mulheres vietnamitas e detiveram outra cidadã da mesma nacionalidade, acusada de promoção à prostituição e cárcere privado, anunciou o porta-voz do Serviço de Investigação Criminal (SIC).
Três cidadãos estrangeiros, dois da Eritreia e um da Nigéria, foram impedidos de seguir viagem de Angola para Cuba, pelas autoridades migratórias, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, na passada quarta-feira, 24.
Luís Nunes, tido como rosto mais visível da construtora, vinca a sua posição de político, como governador de Benguela, para marcar ruptura com o lado empresarial,afirmando que os ajustes directos “agilizam” programas em Angola.
No 46º aniversário do massacre de 27 de maio, sobreviventes e familiares dos que morreram ou desapareceram em 1977 voltam a pedir a verdade. ADN não correspondia aos restos mortais das vítimas.
O Presidente angolano convidou hoje os empresários italianos a investirem no programa de privatizações e apontou várias áreas com oportunidades para o setor privado da indústria farmacêutica, aos têxteis, passando pelo turismo.
As Organizações Não-Governamentais (ONG) angolanas alegam que a proposta de lei vai prejudicar as associações que defendem os direitos humanos em Angola.
O grupo parlamentar da UNITA, maior partido da oposição, manifestou hoje “disponibilidade e disposição” para o diálogo inclusivo defendido pelo MPLA, partido maioritário, mas reafirmou que “não haverá terceiro mandato para nenhum cidadão angolano”.
A Assembleia Nacional aprovou, esta quinta-feira, a proposta de Lei Geral do Trabalho, com 172 votos a favor, dois contra do Partido Humanista de Angola (PHA), e 0 abstenções.
O líder do grupo parlamentar do MPLA, partido maioritário, anunciou hoje que vai submeter à Assembleia Nacional um conjunto de iniciativas “essenciais, incontornáveis” para a institucionalização “de facto e de forma sustentada das autarquias”.