Terça, 21 de Abril de 2026
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Os anos de vacas gordas não diversificaram a economia. É esse um dos objectivos do pedido de ajuda ao FMI.

O Fundo, hoje um parceiro, já foi fonte de incómodo para o governo angolano. Tudo começou a mudar a partir do resgate em 2009.

O economista angolano Carlos Rosado de Carvalho afirma que o apoio financeiro do Fundo Monetário Internacional (FMI) a Angola deverá ser reduzido e que mais importante será a "credibilidade" e as "reformas" que o programa de assistência trará ao país.  

O presidente da Associação Industrial de Angola (AIA), José Severino, disse esta quarta-feira à Lusa que o pedido de assistência financeira feito pelo Governo angolano ao Fundo Monetário Internacional só peca por tardio e que a "petrodólar mania" acabou no país. "Rigor não nos fará mal.

Quarta, 06 Abril 2016 21:43

O que pode mudar com o FMI em Angola

O economista, jornalista e professor universitário Carlos Rosado de Carvalho antecipa na TSF as alterações que o país pode sofrer com a ajuda externa do Fundo Monetário Internacional.

Angola pediu ajuda ao Fundo Monetário Internacional. No pico de uma crise económica, por causa das sucessivas quedas do preço do petróleo, o Estado angolano viu-se obrigado a fazer um pedido de assistência financeira, pela segunda vez em sete anos. O país perdeu mais de cinco mil milhões de euros em 2015 com queda do petróleo. O FMI impõe a Angola que diversifique economia e aposte no investimento privado.

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Os cidadãos nacionais e estrangeiros que mudarem de residência sem informar as instituições do Estado arriscam-se a ter acesso condicionado aos serviços médicos e educativos, nos termos da “Proposta de Lei Sobre a Comunicação da Fixação e Alteração de Residência dos Cidadãos”.

O maior banco europeu e um dos maiores a nível mundial, o britânico HSBC, liderado pelo português António Simões, vai garantir o empréstimo de quase 170 milhões de euros à transportadora aérea angolana pública TAAG, para garantir a entrega atempada de um Boeing 777-300ER.

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O líder da seita angolana "Igreja do Sétimo Dia a Luz do Mundo" foi condenado a 28 anos de prisão pelo homicídio de nove polícias, nos confrontos de abril de 2015. Nove fiéis foram condenados a penas entre os 16 e os 27 anos de prisão.

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O Governo angolano vai passar a realizar 'briefings' semanais com os jornalistas, em Luanda, intenção anunciada esta quarta-feira e que visa ultrapassar o "défice" de informação do executivo.

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