O Presidente da República, João Lourenço, afirmou esta segunda-feira, em Luanda, que a África é cada vez mais um continente de decisões transformadoras e projectos concretos, que pretende industrializar-se rumo ao desenvolvimento sustentável.
Lei exige sete mil e quinhentas assinaturas para legalização de partido político no País, além de um conjunto de outros documentos nas administrações municipais, o quebra-cabeças para quem quer reunir documentos.
Associações do ensino privado em Angola anunciaram hoje que o ajuste do valor das propinas e emolumentos para o ano letivo 2025-2026 será de 20,74%, limite máximo, acompanhando o valor da inflação.
O presidente da Comissão da União Africana disse hoje que "não há comércio com restrições às viagens" e criticou as tarifas abusivas impostas aos países africanos.
O Corredor do Lobito tem sido "bandeira" da cooperação dos Estados Unidos em África, sendo um dos pontos centrais da cimeira empresarial que acontece em Luanda a partir de domingo, mas o financiamento norte-americano continua por concretizar.
Centenas de militantes do MPLA em Malanje, participaram hoje, sexta-feira, nesta cidade, de uma passeata automóvel, em apoio à liderança e dos feitos presidente do partido, João Lourenço.
Mbala Dajou Abuba, cidadão que se identificou como angolano, natural da província do Zaire foi condenado ontem, quinta-feira, a cinco anos de prisão efectiva pelo Tribunal Estadual de Kano, no norte da Nigéria, por envolvimento em tráfico internacional de drogas.
A Proposta de Lei sobre o Regime Disciplinar do Agente da Polícia Nacional (PN), foi aprovada na generalidade, esta quinta-feira, pela Assembleia Nacional (AN), com 91 votos a favor, 60 abstenções e zero contra.
Após 43 anos em Angola, o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) encerra os seus escritórios no país, mas garante que o fim da operação não significa abandonar os mais de 55 mil refugiados que ali vivem.
A 17.ª edição da Cimeira Empresarial EUA-África arranca domingo em Luanda num momento crítico das relações entre Washington e o continente africano, depois do Presidente norte-americano, Donald Trump, tem promovido uma série de cortes e medidas hostis.