Quinta, 08 de Janeiro de 2026
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Segunda, 24 Novembro 2025 14:15

1° sub-chefe da DIIP acusado de matar homem com tiro na cabeça em Luanda

O 1° sub-chefe da Direcção de Investigação e Ilícitos Penais (DIIP) que está a ser acusado de matar um homem com um tiro na cabeça, na Maianga, ainda se encontra foragido e a polícia não sabe se o oficial ainda está em Luanda ou se já procurou abrigo numa outra província.

Apesar do seu desaparecimento, o acusado já foi identificado: trata-se do 1° sub-chefe da DIIP, colocado no departamento de informações policiais, Hélder Paulino Dimas (na foto).

O porta-voz da Polícia Nacional em Luanda, superintendente-chefe Nestor Goubel, deu a conhecer, esta segunda-feira, que estão em curso diligências para localizar e deter o presumível autor do homicídio que ocorreu numa bomba de combustível no município da Samba, cujo vídeo se tornou viral nas redes sociais.

A vítima é o jovem Fernando Ludje Castelo, mais conhecido por Yuzzy, jovem designer de 25 anos de idade. A tragédia aconteceu na madrugada de sábado, numa das lojas de conveniência, em Luanda, supostamente por desentendimento durante a fila de pagamento.

Nos vídeos, amplamente divulgados nas redes sociais, é possível ver o autor dos disparos, que se presume ser agente da Polícia Nacional, a efectuar os disparos que atingiram a região creniana da vítima que, apesar de ter sido socorrido para o hospital, não resistiu aos ferimentos e conheceu a morte.

Entretanto, Nestor Goubel confirmou que decorrem todas as diligências para a detenção do autor dos disparos que, depois de cometer o crime, meteu-se em fuga numa motorizada de duas rodas, como se poder ver nos vídeos

O porta-voz garantiu que, após a detenção, o suspeito será encaminhado ao Ministério Público para responder pelos crimes de que é acusado. Goubel reforçou que o trabalho de investigação prossegue e que a corporação pretende manter a transparência ao longo do processo.

“Tão logo seja totalmente esclarecido este crime, de certeza absoluta que levaremos também o conhecimento público”, assegurou.

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