A Polícia Nacional de Angola avisou hoje que só serão permitidas manifestações pacificas e sem armas, sublinhando que esse é um direito constitucional, mas avisou que tomará medidas se houver violência, incluindo vidros partidos ou queima de pneus.
O Movimento Cívico Mudei considerou hoje que o Tribunal Constitucional (TC) angolano “não decidiu a favor da procura da verdade” eleitoral e não produziu um acórdão que diminuísse a suspeição sobre o processo eleitoral, que “não foi livre nem transparente”.
O Presidente da República português, Marcelo Rebelo de Sousa e primeiro-ministro português, António Costa felicitaram hoje a reeleição de João Lourenço como Presidente de Angola e saudaram o líder da UNITA (oposição) "pelos resultados obtidos".
O antigo primeiro-ministro angolano e igualmente antigo secretário geral do MPLA, Marcolino Moco, considerou, nesta sexta-feira, 09 de setembro, o desenrolar do processo eleitoral no pais como "o golpe do presidente que mais detesta golpes de estado, em África".
Angola poderá atravessar “momentos difíceis” caso os partidos da oposiçao angolanos iniciem manifestações na sequência das eleições oficialmente ganhas pelo MPLA.
A Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE= reafirmou hoje que não reconhece os resultados eleitorais das últimas eleições gerais e manifestou-se solidária com as forças políticas concorrentes “vítimas da fraude eleitoral de 24 de Agosto de 2022”.
A cerimónia de posse de João Lourenço, reeleito Presidente da República de Angola, depois de o Tribunal Constitucional validar hoje os resultados eleitorais que dão vitória ao MPLA, vai realizar-se a 15 de setembro, anunciou a Presidência.