Cerca de dois milhões de angolanos já falecidos constarão nas listas para votar a 24 de agosto e há casos também na diáspora. Cidadãos preparam queixa ao TC e pedem demissão do ministro da Administração do Território.
O líder do MPLA, João Lourenço, disse hoje que o seu partido vai “aceitar e respeitar” os resultados das eleições de 24 de agosto em Angola e exortou todos os concorrentes a fazerem o mesmo.
O processo eleitoral em Angola continua a dividir opiniões de juristas, com alguns a alertarem para a fraude eleitoral que terá começado no momento da aprovação das leis, enquanto outros lembram que a próprio oposição esteve na discussão do pacote eleitoral.
Família assinalou um mês da morte de José Eduardo dos Santos com missas diferentes. Televisão e rádio públicas lêem nota que refere "caso inédito no mundo" e apontam o dedo a dois dos "muitos filhos".
Representantes da sociedade civil e organizações não-governamentais (ONG) de Angola manifestaram hoje “amplo e entusiástico apoio” à resolução apresentada há uma semana no Senado norte-americano para que os angolanos tenham eleições “livres, justas e pacíficas” em 24 de agosto.
O presidente da FNLA, Nimi a Simbi, exonerou na última semana, o Secretário provincial do partido, na província do Uíge, Pinto Luvambo, alegando entre outros, motivos de organização interna das estruturas do partido.
O Presidente do MPLA, João Lourenço, acusou hoje em Malanje a UNITA e o seu candidato, Adalberto Costa Júnior, de se terem "aliado aos corruptos" que "fugiram do País com o dinheiro tirado dos cofres do Estado". E anunciou medidas para corrigir um dos grandes problemas do País: "entregar as terras a quem as quer trabalhar porque hoje há quem detenha grandes quantidades de terras aráveis e nada produz".
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, lamentou hoje que o Presidente da República, João Lourenço, em plena campanha eleitoral, continue a assinar contratos e a fazer dívidas para "comprometer o futuro dos angolanos".
A empresa de sondagens POB Brasil, citada pelos órgãos de comunicação social angolanos pela realização de uma pesquisa eleitoral que dava a vitória ao MPLA, não se encontra nos registos do Tribunal Superior Eleitoral do Brasil.
O Instituto de Gestão de Ativos e Participações do Estado (IGAPE) de Angola alertou hoje que o aumento de propinas no ensino privado, no ano letivo 2022/2023, pode ser penalizado civil e criminalmente por violar o regime de preços.