Foi num dia mais amargo que a morte que fui sequestrado num feitio marginal pelos agentes do SIC, num tom de sequestro severamente desumano, e fui jogado no lago do inferno, o meu grito de socorro não foi ouvido por ninguém, porque o dia ficou surdo.
Um grupo de 15 professores da Escola Portuguesa de Luanda (EPL), angolanos e portugueses, queixa-se de “despedimento irregular” por parte da comissão provisória da instituição de ensino, considerando que lhes foi imposta a assinatura de acordo “ilícito”.
O líder da UNITA disse hoje que o partido da oposição em Angola “não tem dinheiro para dar camisolas”, rejeitando as acusações de financiamento por corruptos, e afirmou que é o MPLA que incentiva a corrupção com a entrega de contratos aos amigos.
A UNITA, partido na oposição angolana, considerou hoje “falaciosas” as acusações do candidato do MPLA às eleições, sobre suposto pacto com corruptos que estarão a financiar a sua campanha, afirmou “desconhecer” qualquer financiamento de Tchizé e Isabel dos Santos.
A UNITA, oposição angolana, reiterou hoje o apelo dos eleitores se concentrarem nas imediações das assembleias de voto, após votarem “para verificarem a ata síntese, por ser um ato legal”, e criticou a “histeria” do órgão eleitoral.
Uma organização da sociedade civil angolana acusou hoje a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de “confundir a letra e o espírito da lei” ao tentar impedir que os cidadãos permaneçam junto às assembleias de voto nas eleições de dia 24.
O apelo do presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana às autoridades para que impeçam a concentram dos eleitores no exterior das assembleias de voto provocou reações antagónicas em alguns juristas angolanos contactados pela Lusa.
Os Presidentes da República Democrática do Congo e do Ruanda concordaram em “envolver-se diretamente” na resolução das tensões bilaterais, na sequência da visita do secretário de Estado norte-americano a África, disse hoje a secretária de Estado adjunta Molly Phee.
Um relatório do Instituto de Estudos de Segurança (ISS, na sigla em inglês), da África do Sul, defende que “a mediação será necessária para evitar um provável conflito violento pós-eleitoral”, na sequência das eleições de 24 de agosto em Angola.
A UNITA, oposição angolana, criticou hoje a deslocação de eleitores vivos e mortos e dificuldades no credenciamento dos delegados de lista acusando a Comissão Nacional Eleitoral (CNE) de “agir com leviandade e a reboque do partido no poder”.