O sociólogo Paulo Inglês disse hoje que Angola vive atualmente um “contexto de alguma contestação” e as ações deste momento “não deveriam ser criminalizadas”, reprovando, no entanto, a postura dos jovens detidos por ofensas ao Presidente angolano.
O Tribunal Constitucional (TC) decide nesta quinta-feira sobre o recurso interposto pela União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) sobre os resultados eleitorais de 24 de agosto, disse hoje fonte da instituição.
O fantasma da guerra civil só existe na retórica dos defensores estrangeiros do regime. Só haverá violência em Angola se o poder político estabelecido – o único que tem armas – assim o desejar.
O representante dos vendedores ambulantes angolanos alertou esta quarta-feira para os riscos de revolta social devido à pobreza e exclusão que afeta esta classe, que representa o ganha-pão de grande parte das famílias angolanas.
Os partidos FNLA, PRS, APN e a coligação CASA-CE necessitam de 600 milhões de kwanzas (1,3 milhões de euros) adicionais cada para liquidar dívidas com delegados de lista, que trabalharam nas eleições gerais, e pediram hoje apoio ao Presidente angolano.
O presidente da CASA-CE, Manuel Fernandes, reconheceu hoje que a saída do antigo presidente da coligação, Abel Chivukuvuku, influenciou na pesada derrota da coligação nas eleições de 24 de Agosto, mas defende que nunca podiam perder os 16 deputados eleitos no pleito de 2017, alegando irregularidades.
A rejeição pelo Tribunal Constitucional (TC) angolano de um pedido de providência cautelar da UNITA está a ter as mais variadas interpretações por juristas em Luanda.
O advogado Romeu Catema que defende dois dos réus no chamado “caso Lussaty” disse hoje haver uma “zona cinzenta” de politização do julgamento em que foram até agora revelados desvios de avultadas quantias de dinheiro para beneficiar o partido no poder, o MPLA.
O jornalista angolano, Director do Jornal Valor Econômico, Evaristo Mulaza, disse esta terça-feira, que A UNITA apresentou os resultados que lhe dão vitória nas eleições de 24 agosto, apelando à recontagem dos votos para responder a vontade do povo.
O quadro dirigente da UNITA, Abílio Kamalata Numa, na sessão de exposição “a crise de legitimidade parte 4” que tem vindo a abordar desde a realização das quintas eleições, disse esta terça-feira, 06 de Setembro que, a não aplicação dos Acordos de Alvor e com consequências conhecidas por todos angolanos, em 1975, deram origem à crise de legitimidade actual, constatou Angola24Horas.