A maior companhia privada de petróleo de Angola, a sociedade petrolífera de Angola, Somoil, continua a expandir os seus investimentos gastando centenas de milhões de dólare ou mais em aquisições e assim chamando a atenção dos círculos económicos petrolíferos internacionais
Angola vive hoje uma crise no sistema judicial nunca antes vista, pese embora o Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço tenha dito na sua entrevista concedida à RFI que “é muito forte dizer que há uma crise institucional”.
O embaixador de França em Angola, Daniel Vosgien disse hoje que a presença de empresários franceses, em Luanda, demonstra o “comprometimento” do seu país em aproveitar as oportunidades de investimentos, sobretudo nos setores agrícola e agroalimentar.
Com o surgimento da globalização tudo ficou mais interligado e unificado em todos os âmbitos e dimensões, tanto a nível político, diplomático, cultural, social, estratégico-militar, quanto à nivel econômico-comercial, e desde então, os Estados são obrigados a cooperar entre si e a criar normas internacionais para melhor relacionarem-se, sem deixar de lado as suas diferenças e seus vastos interesses nacionais.
Dois tribunais superiores sob investigação judicial e parlamentar e um PGR demissionário abrem crise na justiça angolana. Luta contra a corrupção acabou, diz Rafael Marques. E a culpa é do Presidente.
Uma filha e um genro do Presidente da República do Congo, Denis Sassou Nguesso, beneficiam há anos de milhões em dividendos resultantes da extração de petróleo no "offshore" congolês, em resultado de participações empresariais até agora secretas.
O Presidente da República, que concedeu uma entrevista exclusiva à Rádio France Internacional (RFI), afirmou que aquilo que impediu ou dificultou a realização das eleições autárquicas não foi a pandemia, mas sim a não aprovação do pacote legislativo autárquico. "É na base da lei que o Presidente da República pode convocar as eleições autárquicas, declarou João Lourenço. E disparou: "Agora, será em 2023 ou não? Quem sabe".
O Presidente angolano disse hoje que as autoridades deste país estão a tentar negociar um cessar-fogo com o grupo armado M23 na Republica Democrática do Congo (RDCongo) e admitiu que “não está fácil” acabar com a guerra.
O Presidente angolano, João Lourenço, rejeitou hoje que haja repressão de manifestações no país e justificou que “todos os santos sábados há manifestações" em Angola.
Será que os angolanos podem confiar nos seus tribunais? Jurista Serrote Simão Hebo admite que há uma quebra de confiança no setor e sublinha que é necessária uma "independência, de facto, dos tribunais" no país.