A República Democrática do Congo (RDCongo) realiza hoje quatro eleições, em clima de tensão e violência crescentes, com Félix Tshisekedi, atual Presidente, a figurar como o candidato melhor colocado para vencer a eleição presidencial.
O Tribunal de Contas de Angola conseguiu resgatar este ano a sua imagem e o respeito do junto das instituições internacionais. A consideração foi feita esta pelo presidente do órgão, Sebastião Ngunza.
O Ruanda inaugurou hoje uma fábrica da empresa alemã BioNTech para produzir vacinas com tecnologia de ARN mensageiro (ARNm), a primeira do género em África e apoiada pela União Europeia (UE).
Neste momento, na redação do semanário o clima está tenso, porque rege um sentimento de incertezas para os mais de 20 funcionários que trabalham para o título fundado,em 2008, por Victor Silva, como diretor, e Gustavo Costa (de feliz memória), como diretor adjunto.
A grande desvalorização da moeda nacional angolana, o Kwanza, deve-se ao facto da economia angolana não ter “fundamentos” para suportar a moeda e não haver produção interna para atender a procura, disseram economistas angolanos.
O responsável da área jurídica da Turma do Apito, Sérgio Octávio, garantiu a existência de negociações que estão a ser desenvolvidas entre o grupo e o Comando Provincial de Luanda da PNA, durante as quais tem sido discutida a possibilidade de a organização voltar às suas actividades, mas, num outro formato.
O presidente do Tribunal Supremo (TS) angolano, Joel Leonardo, reconheceu hoje a necessidade de se melhorar “cada vez mais” os serviços de justiça e a organização interna deste órgão para acelerar os processos e melhorar a satisfação dos cidadãos.
Mais de 20 camponesas da empresa “Konda Marta” estão detidas na Esquadra da Polícia da Vila Kiaxi, no município do Talatona, em Luanda, alegadamente a mando do comissário-chefe, Francisco Ribas, comandante provincial de Luanda.
O partido político Aliança Patriótica Nacional promete desencadear acção civil e criminal contra os autores de mensagens difamatórias com vista a denigrir a imagem do presidente da organização, Quintino Moreira.
O Banco Nacional de Angola (BNA) obrigou instituições bancárias a devolverem 330 milhões de kwanzas que cobravam em comissões de manutenção de contas sem que os seus clientes tivessem contratualizado o serviço de gestor dedicado.