O Bloco Democrático (BD) de Angola vem acompanhado com bastante preocupação o desenrolar do processo eleitoral em Moçambique e manifesta-se mais receoso depois da CNE ter publicado, hoje, resultados que atribuem uma larga vitória à Frelimo e ao seu candidato, sem que tenha levado em consideração a contestação das graves irregularidades, cometidas por agentes eleitorais.
A entrada e saída de fluxos financeiros de Angola vai ser mais demorada devido à inclusão do país na lista cinzenta, o que "é preocupante", mas o sistema financeiro já operava sob esses constrangimentos, disse o FMI.
O economista angolano Carlos Rosado de Carvalho disse à Lusa que a inclusão hoje anunciada de Angola na “lista cinzenta” do Grupo de Ação Financeira (Gafi), uma organização que luta contra o branqueamento de capitais, já era esperada.
O Governo angolano reiterou hoje o seu "compromisso de alto nível" para reforçar a eficácia da prevenção e combate ao branqueamento de capitais, financiamento de terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa.
A Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder) apontou hoje "preocupação" com as manifestações promovidas por apoiantes do candidato presidencial Venâncio Mondlane, que não reconhece os resultados eleitorais, admitindo a possibilidade de "diálogo" entre as partes.
A Ucrânia quer estar mais próxima de Angola e abrir uma nova página nas relações bilaterais, que deverá passar por investimentos no Corredor do Lobito e cooperação na agricultura e na defesa, segundo o Governo ucraniano.
A Missão de Observação Eleitoral da União Europeia (MOE UE) afirmou hoje que o anúncio dos resultados da votação de 09 de outubro pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) "não dissipou as preocupações" com a "transparência" do processo eleitoral.
O Presidente da República, João Lourenço, felicitou Daniel Francisco Chapo, pela sua eleição ao cargo de Presidente da República de Moçambique, em resultado da vitória alcançada nas eleições realizadas no dia 9 deste mês.
O Grupo de Ação Financeira (Gafi), uma organização que luta contra o branqueamento de capitais, anunciou hoje que incluiu Angola na sua "lista cinzenta", como é conhecida a relação de países que ficam com monitorização reforçada pela entidade.
O presidente do MPLA, João Lourenço, lamentou hoje as especulações à volta da realização do VIII congresso extraordinário do partido, a 06 a 07 de dezembro, mas diz que demonstram a sua importância para a sociedade angolana.