O ativista angolano Rafael Marques considera que a captura do Estado impediu que Angola desenvolvesse o fator humano após a conquista da paz, lamentando que prevaleça uma "mentalidade de saque".
O político angolano Abel Chivukuvuku regozijou-se hoje em Luanda, pelo fim do conflito armado em Angola, há 20 anos, “uma das grandes conquistas do povo angolano”, que é preciso ser acarinhado por todos os cidadãos.
É “tudo fictício”, diz Maria Luísa Abrantes o sobre aluta contra a corrupção. Para a jurista, João Lourenço tem consciência disso, daí ter se zangado com os portugueses e os ter obrigado a interferir no poder judicial para transferir o processo de Manuel Vicente para Angola.
A Frente Patriótica Unida (FPU), realizou de 31 de Março a 01 de Abril, no complexo Sovsmo em Luanda, o seminário de Harmonização Funcional, em cuja actividade apresentou a essência dos seus documentos constitutivos.
Nas redacções da ANGOP, TPA, TV Zimbo, RNA e Jornal de Angola o Titular do Poder Executivo é referido como "Editor-Chefe", porque pretensamente nada é publicado sem o "selo" dele ou de quem diz representá-lo.
O Governo de Angola vendeu pela primeira vez dívida pública emitida em kwanzas a um investidor estrangeiro, que comprou 4,5 mil milhões de kwanzas (9,1 milhões de euros) numa operação mediada pelo Standard Bank Angola.
O congresso não tinha como não ser reconhecido: Só se fosse mesmo por trungungo, vigarice e a arrogância habitual de que os angolanos já conhecem.
Toda e qualquer crise, conflito ou tensão deve ser resolvida a nível político-diplomática, e uma guerra é sinônimo de que a diplomacia não teve sucesso nas tratativas de um accordo de paz, e sendo que o conflito na Ucrânia já dura mais de um mês o Presidente Zelenskiy no dia 27/03/2022 fez uma declaração à uma colectiva da imprensa russa de que estava pronto a negociar a neutralidade da Ucrânia mas que não estava disposto a ceder territórios ucranianos à Rússia, e dois dias depois no dia 29 de Março houve então mais uma ronda de negociações entre Kiev e o Kremlin.
O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, defendeu nesta sexta-feira, em Luanda, que as eleições marcadas para o mês de Agosto deste ano “não devem ocorrer em ambiente de violência a nenhum nível”.
O Sindicato Nacional dos Médicos (Sinmea) angolano reiterou a manutenção da greve, que decorre desde 21 de março passado, e várias manifestações para os próximos tempos, a primeira programada para sábado.