Em comunicado, a direcção do partido esclarece que o Congresso da formação política deliberou, como orientação fundamental, que o PRA-JA deve caminhar sozinho, reforçando a sua identidade, implantação e capacidade organizativa em todo o território nacional.
Segundo o documento, o Congresso foi igualmente claro ao determinar a não aceitação de qualquer formato de agregação partidária. Contudo, ressalva que o partido mantém abertura para negociações no quadro de uma eventual coligação de jure, desde que os superiores interesses estratégicos assim o recomendem e que tal decisão seja apreciada e aprovada pelos órgãos competentes.
O PRA-JA sublinha ainda que, nos termos estatutários e das deliberações congressuais, qualquer decisão sobre a participação em coligações não é da competência individual do Secretário-Geral, mas sim dos órgãos colegiais de direcção, nomeadamente o Comité Político Nacional e o Comité Executivo Nacional.
Desta forma, as alegadas declarações atribuídas a Américo Kolonha Chivukuvuku, que circulam nas redes sociais, “não correspondem à verdade” e não reflectem qualquer posição oficial tomada pelos órgãos competentes do partido.
O PRA-JA SERVIR ANGOLA reitera, por fim, o seu compromisso com a transparência interna, o respeito pelas decisões dos seus órgãos e a defesa dos interesses superiores do País.

