Uma portuguesa de 37 anos, residente em Luanda, desaparecida desde quinta-feira, foi encontrada sem vida na segunda-feira, nos arredores da capital angolana, informou hoje à Lusa fonte dos serviços consulares de Portugal.
Um passageiro ficou ferido depois do voo ta TAAG com destino a Luanda ter sido atingido por forte turbulência, esta segunda-feira.
Antes de mais e para inicio de prosa é bom que fique claro, até como ponto prévio, que não ser Charlie, não é, necessariamente, ser anti-Charlie, nem pouco mais ou menos, mas também pode ser, como é evidente.
A UNITA é a força política da oposição, com mais Credibilidade, em Angola e não só, mas deve demonstrar no seu Próximo Congresso que pode eleger um Presidente de qualquer Etnia Angolana, sob pena da Unidade do Partido ser verdadeiramente minada.
Ngola Kabango ameaça colocar militantes na rua para impugnar congresso convocado por Lucas Bengui Ngonda; Laiz Eduardo responde: Kabango quer violência e vai assumir todas as consequências dos seus actos.
MPLA e UNITA recusam revelar quanto recebem do Orçamento do Estado. Mas garantem que o dinheiro é “bem usado” e com “transparência”. A CASA-CE e a FNLA asseguram fazer o mesmo. Mas não se importam de divulgar quanto recebem.
Um grupo de jovens afectos à sociedade civil de Cabinda endereçou ao parlamento angolano uma carta onde recomenda aquela casa das leis e o povo angolano em geral a reconhecer o seu direito à auto determinação à luz do direito internacional.
Não fora o diminuto conhecimento (pior ainda, a falta de discernimento) com que em Portugal se olha hoje em dia para as realidades africanas, também manipuladas ou distorcidas nos redemoinhos dos jogos da política doméstica, não fora isso e seria difícil entender essa espécie de fixação que ciclicamente apresenta a comunidade portuguesa em Angola como estando sob uma ameaça qualquer.
Há colégios que se preparam para subir o preço das propinas, mas o Ministério da Educação avisa que isso deveria ter sido comunicado no ano anterior. No superior, a Universidade Católica já tem uma nova tabela: vai passar a cobrar 30 mil kwanzas por mês.
Angola vive momentos indisfarçáveis de inversão de valores morais terrivelmente identificáveis no centro da família real, sitiada na cidade alta a mais de trinta e cinco anos. A avaliação da situação identifica essa família como o fator determinante do perturbador desequilíbrio, que torna cada vez mais pobre o país recebido das mãos do colono branco extremamente rico.