Sexta, 18 de Junho de 2021
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Sexta, 14 Mai 2021 11:14

O jogo do xadrez poderia ser uma boa ferramenta para o Presidente de Angola

Até porque quem joga o xadrez usa o cérebro e não o dedo no gatilho nem no veneno. Para quem joga xadrez o vosso presidente da república me parece um caso raro.

Senão mesmo inédito, se considerando a forma como tem usado o seu cérebro quase nunca para acções e lances que até lhe poderiam valer vitórias. Ou seja sucesso na sua governação mesmo sendo ele parte daquilo que é o grande problema que impede o progresso deste país Angola.

Deve ser daqueles que joga a contar com a sorte ou se calhar com feitiço, num país onde contam-se na palma de uma só mão os governantes. Que ainda não visitaram casas de bruxos para terem sorte, quando não para fazerem um colega morrer e ocupar-lhe o lugar, quando o veneno não está a fazer efeito.

De contrário teria usado o seu cérebro e não o dedo no gatilho ou o veneno hoje muito corriqueiro como encomenda, para se eliminar. Quem não alinha kwacha ou não kwacha, logo que não aceita ser subornado com casa, carro e conta bancária como tem acontecido desde quase 50 anos.

Até porque o xadrez é o único jogo que activa as duas partes do nosso cérebro, e é o reforço do cérebro que realmente estimula o processo do pensamento positivo. Para se alcançar uma vitória seja num jogo de xadrez como na governação de um país e na gestão de homens.

O nosso cérebro é constituído por duas metades, lado direito e lado esquerdo, cada metade é responsável por características diferentes de nossa personalidade. Se ele jogasse xadrez como se diz por aí, o que não deve passar de outra pimpa no meio de outras tantas, teria percebido de que o cérebro.

É um exemplo concreto de que se não se usá-lo, se perde o jogo como ele já o está perdendo, e em 2022 só se safará se apostar mesmo na fraude já na forja desde que tomou o poder.

Continuarei

Por Fernando Vumby

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